São José dos Campos, Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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EUA reavaliam presença militar na Europa após restrições de aliados da NATO

Matthew Whitaker afirmou que Washington analisa bases, espaço aéreo e distribuição de tropas sob a política “America First”.

EUA reavaliam presença militar na Europa após restrições de aliados da NATO

Os Estados Unidos revisam a distribuição de suas forças na Europa depois que aliados da NATO limitaram ou recusaram o acesso de militares norte-americanos a bases e ao espaço aéreo durante operações relacionadas ao Irão. O embaixador dos Estados Unidos junto à aliança, Matthew Whitaker, afirmou que Washington poderá reavaliar as relações com países que adotarem a mesma posição em operações futuras.

A revisão considera a localização das tropas e o acesso às infraestruturas militares dos aliados. “É uma revisão do dispositivo militar e das bases”, disse Whitaker. Segundo ele, os Estados Unidos conversam com os países envolvidos para evitar que as restrições se repitam.

O processo segue a doutrina “America First”, que, conforme o embaixador, leva em conta os interesses dos Estados Unidos, de sua população e de seus contribuintes. Relatos sobre uma possível retirada de até 40 000 militares do território da NATO foram classificados por Whitaker como incorretos. Ele afirmou que ainda não existe um plano finalizado pela equipe responsável pela política do secretário da Guerra.

Divergências sobre o Irão

Pete Hegseth anunciou a revisão em uma reunião de ministros da Defesa da NATO, na sede da aliança, em Bruxelas, em junho. A decisão veio depois que governos europeus restringiram o uso de seu espaço aéreo e de bases militares em operações ligadas ao conflito entre os Estados Unidos e Israel e o Irão, chamado de “Operação Fúria Épica”.

Espanha, Itália, França e Reino Unido demonstraram reservas inicialmente. A Espanha negou o acesso ao espaço aéreo e às bases; a Itália impôs restrições; e a França permitiu aeronaves e apoio operacional, mas não o reabastecimento de caças em suas bases. O Reino Unido autorizou primeiro o uso de instalações da Royal Air Force para fins defensivos e depois ampliou a permissão para ataques contra alvos iranianos.

Donald Trump ameaçou rever o apoio de segurança dos Estados Unidos a países que não acompanhassem Washington. Durante o verão, um questionário foi distribuído aos membros da NATO para registrar suas respostas ao conflito e suas posições sobre a proposta “NATO 3.0”, que atribui aos aliados europeus a responsabilidade central pela defesa convencional da Europa.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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