São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Trump aponta Brasil e Argentina como fontes de carne para os EUA

Presidente dos Estados Unidos anunciou medidas para ampliar importações, identificar a origem da carne e permitir venda direta por pecuaristas.

Trump aponta Brasil e Argentina como fontes de carne para os EUA

Donald Trump afirmou que Brasil e Argentina serão, inicialmente, os principais fornecedores de carne bovina importada pelos Estados Unidos. A medida faz parte de uma estratégia para ampliar a oferta e tentar conter os preços pagos pelos consumidores americanos.

As declarações foram dadas na sexta-feira (4), durante a assinatura de duas ordens executivas voltadas ao setor pecuário americano. Trump disse que inspetores dos Estados Unidos acompanham a carne importada e avaliou positivamente a produção brasileira e argentina. “Ela é muito limpa, é muito boa”, afirmou o presidente.

A Casa Branca abriu uma cota temporária adicional de 300 mil toneladas de carne bovina magra com tarifa reduzida. Até então, o governo americano não havia informado quais países forneceriam o produto. Questionado sobre o tema, Trump disse que outros países também poderiam participar, mas indicou que os volumes viriam principalmente do Brasil e da Argentina.

A decisão ocorre em um cenário de oferta doméstica restrita e preços recordes da carne bovina nos Estados Unidos. Segundo Trump, as importações adicionais deverão aliviar temporariamente o mercado enquanto os pecuaristas americanos trabalham para recompor seus rebanhos. “Nossos pecuaristas realmente precisavam de um pouco de ajuda e querem ver os preços caírem”, declarou.

Origem e processamento

Outra ordem executiva anunciada por Trump prevê a identificação do país de origem em toda carne bovina importada vendida no mercado americano. O pacote também inclui mudanças nas regras de processamento e medidas de apoio aos produtores rurais.

O presidente apresentou ainda um programa para permitir que pecuaristas de pequeno, médio e grande porte processem e vendam carne diretamente aos consumidores. A proposta busca reduzir a dependência das grandes companhias de processamento e ampliar a concorrência.

O governo pretende simplificar regras sanitárias e de segurança para o processamento feito pelos próprios produtores, mantendo as inspeções federais.

Trump afirmou que os pecuaristas americanos estão aumentando seus rebanhos e que a produção interna deverá crescer. Na avaliação dele, a recuperação do rebanho poderá reduzir, no futuro, a necessidade de importar carne bovina.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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