As eleições de 2026 serão gerais e vão definir ocupantes de cargos dos poderes Executivo e Legislativo nos níveis federal e estadual. Além de presidente, os eleitores escolherão deputados federais, deputados estaduais e senadores.
A votação ocorrerá em 4 de outubro, no primeiro turno. As candidaturas à Presidência foram confirmadas durante convenções partidárias realizadas entre julho e agosto, conforme o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Na pesquisa Atlas/Bloomberg publicada em 28 de julho, o atual presidente Lula aparecia na liderança no primeiro turno, com 44,9%. Flávio Bolsonaro registrava 35,8%; Renan Santos, 7,8%; Ronaldo Caiado, 3,1%; Romeu Zema, 2,8%; Samara Martins, 2,1%; e Augusto Cury, 1,6%. Os demais candidatos tinham menos de 1%.
Em uma simulação de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o levantamento indicava 47,4% para Lula e 37% para Flávio. A pesquisa não registrou cenário semelhante de proximidade entre Lula e os demais candidatos.
O que estará em debate
A escolha dos candidatos envolve mais do que identificar os nomes que estarão na urna. Entre os temas previstos nas campanhas estão mudanças climáticas, educação, saúde mental, inteligência artificial, segurança nas redes, direitos das mulheres, economia e acesso à universidade.
A participação eleitoral também exige atenção às propostas e às informações divulgadas durante a campanha. A verificação de fontes ganha importância em um ambiente com desinformação, inteligência artificial e vídeos manipulados.
Na urna, os eleitores vão escolher representantes responsáveis por criar leis, decidir investimentos e participar de debates que influenciam a vida pública. Para quem votará pela primeira vez, acompanhar as propostas e fazer perguntas pode ajudar a compreender as opções disponíveis.







