O coordenador econômico da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), Adolfo Sachsida, afirmou que um eventual governo do senador não privatizará o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal nem a Petrobras. Em vídeo publicado no X, ele também prometeu fortalecer programas sociais e reduzir impostos.
Sachsida declarou que o ajuste fiscal defendido por Flávio será concentrado nos excessos do governo. Entre as medidas citadas estão a redução do número de ministérios e o corte de salários de funcionários públicos que, em alguns casos, chegariam a R$ 200 mil.
A campanha afirmou que manterá e ampliará o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC). “Nós vamos preservar todos os programas sociais, e não é só preservar, não, nós vamos fortalecer os programas sociais”, disse Sachsida.
O coordenador também direcionou uma promessa aos empresários. Segundo ele, um eventual governo reduzirá impostos e burocracia para facilitar a atividade empresarial.
Sachsida foi ministro de Minas e Energia durante o governo Jair Bolsonaro e secretário de Política Econômica do então ministro da Economia, Paulo Guedes. Ao tratar das estatais, afirmou que nenhuma das três empresas será privatizada nem sofrerá alterações por esse motivo.
Mais cedo, uma publicação afirmou que a equipe de Flávio estudava alterar a correção dos benefícios da Previdência e do BPC, além dos gastos obrigatórios em saúde e educação. A estimativa apresentada era obter um corte de R$ 250 bilhões caso o candidato fosse eleito.
Sachsida não mencionou essa publicação no vídeo. Ele pediu que os seguidores não acreditassem em notícias falsas e afirmou que a campanha pretende colocar as contas públicas em ordem respeitando a população brasileira.







