RIO DE JANEIRO — O Ministério Público Federal (MPF) apresenta, de 30/09 a 05/11/2026, a segunda edição da exposição “Mulheres Invisibilizadas”. A mostra reúne trajetórias de 30 brasileiras cuja contribuição teve reconhecimento inferior à relevância histórica de suas atuações.
A visitação ocorre das 13h às 17h, na sede do MPF na 2ª Região (RJ/ES), na Avenida Almirante Barroso, 54, sala 1704, Centro, Rio de Janeiro, 7º andar, foyer. A entrada é gratuita e aberta aos públicos interno e externo.
A abertura oficial está marcada para 5/10, às 15h. A programação inclui a leitura de textos escritos por mulheres retratadas na exposição e por outras autoras.
Entre as homenageadas estão Amotara Tupinambá, artista indígena; Enedina Alves Marques, reconhecida como a primeira engenheira negra do Brasil; Dona Ivone Lara, pioneira do samba e primeira mulher a participar da ala de compositores de uma escola de samba; e Myrthes Gomes de Campos, primeira mulher a exercer a advocacia.
A iniciativa é da Comissão de Igualdade de Gênero da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC). Na Procuradoria Regional da República da 2ª Região (PRR2), a reprodução é organizada pela Comissão de Gênero e Raça e pelo Núcleo de Apoio Operacional à PFDC (NAOP2), com apoio técnico da unidade.
De acordo com o MPF, a exposição procura ampliar a visibilidade de mulheres que contribuíram para a sociedade, mas tiveram suas histórias apagadas ou receberam pouco reconhecimento na história oficial. A mostra também propõe aproximar o público de trajetórias de diferentes períodos e relacioná-las a questões do presente.
A assessoria de Comunicação do Ministério Público Federal na 2ª Região (RJ/ES) informa os telefones (21) 3554-9003/9199 para contato.








