O Barômetro Global Antecedente avançou em setembro, com altas na Economia, nos Serviços, na Indústria e na Construção. O Comércio foi o único setor antecedente a recuar no mês, informou o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).
O indicador, que antecipa os ciclos das taxas de crescimento mundial entre três e seis meses, subiu 1,4 ponto e chegou a 105,9 pontos. A Economia atingiu o maior nível desde fevereiro de 2022, com 106,1 pontos, enquanto a Indústria alcançou o maior nível desde outubro de 2021, com 109,0 pontos.
Na composição regional do Barômetro Antecedente, Ásia, Pacífico e África contribuíram com 1,2 ponto para o resultado, e a Europa acrescentou 0,3 ponto. O Hemisfério Ocidental teve influência negativa de 0,1 ponto. A região da Ásia, Pacífico e África chegou ao maior nível desde janeiro de 2022, com 107,1 pontos. O Hemisfério Ocidental perde fôlego desde meados de 2026.
Recuperação do indicador coincidente
O Barômetro Global Coincidente também avançou 1,4 ponto em setembro, para 104,6 pontos. O resultado representa recuperação após a queda do mês anterior. Com a alta, os dois barômetros retornaram ao nível observado no início de 2022 e permaneceram acima de 100 pontos, sinalizando crescimento moderado da economia mundial.
A Ásia, Pacífico e África respondeu por 1,1 ponto da alta do indicador coincidente, enquanto o Hemisfério Ocidental contribuiu com 0,3 ponto. A Europa ficou estável. Todos os indicadores regionais ficaram acima de 100 pontos.
A Ásia, Pacífico e África registrou 104,5 pontos, o maior nível desde fevereiro de 2022, quando marcou 108,3 pontos. A Europa chegou a 101,0 pontos, maior resultado desde junho de 2022, quando alcançou 103,3 pontos. O Hemisfério Ocidental teve o maior nível entre as regiões.
Todos os indicadores setoriais coincidentes avançaram. A Indústria atingiu 109,8 pontos, o maior nível desde março de 2022, e se distanciou dos demais indicadores.








