São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Economia

Consulta da Aneel prevê baterias e conexão Brasil-Bolívia em leilão de 2027

Edital em consulta reúne 12 lotes, com previsão de R$ 12,9 bilhões em investimentos e 29.540 empregos.

Consulta da Aneel prevê baterias e conexão Brasil-Bolívia em leilão de 2027

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) abriu consulta pública sobre o edital do leilão de transmissão de energia previsto para 2027. A proposta inclui um sistema de armazenamento por baterias, instalações para a interligação elétrica entre Brasil e Bolívia e concessões com prazos diferentes conforme a tecnologia empregada.

O sistema de baterias está previsto no lote 5 e será destinado ao atendimento de Cruzeiro do Sul e Feijó, no Acre. De acordo com a Aneel, essa será a primeira contratação desse tipo no sistema de transmissão. Para esse lote, o prazo de concessão proposto é de 18 anos, considerando o ciclo de vida dos equipamentos e a evolução tecnológica da solução.

A estrutura do leilão prevê 12 lotes, com sublotes independentes vinculados aos lotes 6 e 7. No total, estão projetados aproximadamente 3.245 km de novas linhas de transmissão e 1.386 megavolt-ampere (MVA) de capacidade de transformação.

As áreas técnicas da agência calculam investimentos da ordem de R$ 12,9 bilhões e a geração de 29.540 empregos ao longo da cadeia produtiva. As demais concessões terão, em regra, prazo de 30 anos.

O lote 11 reúne as instalações associadas à conexão elétrica entre os dois países. A inclusão definitiva desse conjunto depende dos requisitos institucionais relacionados ao acordo internacional, informou a Aneel. A regulamentação do armazenamento de energia elétrica em sistemas de transmissão e distribuição também está em andamento.

As contribuições poderão ser enviadas de 10 de setembro a 26 de outubro de 2026. Depois dessa análise, os valores das receitas anuais permitidas serão apresentados na aprovação da minuta do edital, antes do encaminhamento ao Tribunal de Contas da União.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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