São José dos Campos, Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
Economia

Flávio não confirma apoio à PEC e liga jornada à situação econômica

Candidato do PL diz apoiar mais tempo de folga, mas condiciona mudança à preservação do emprego e à redução do endividamento.

Flávio não confirma apoio à PEC e liga jornada à situação econômica

Flávio Bolsonaro não informou se orientará a bancada do PL a votar a favor da PEC que discute o fim da escala 6x1. O candidato à Presidência afirmou defender mais tempo de folga para os trabalhadores, mas disse que a mudança não resolverá os problemas da categoria se vier acompanhada de desemprego ou endividamento.

A declaração ocorreu após uma reunião com integrantes da federação formada por União Brasil e PP, que formalizou apoio à candidatura de Flávio no segundo turno. O encontro ocorreu nesta quarta-feira. O PL deveria discutir ainda nesta quarta-feira (7) a estratégia para a votação.

Discussão no Senado

A proposta começou a ser discutida no plenário do Senado na terça-feira. Antes da votação em primeiro turno, são necessárias cinco sessões de discussão. A previsão é que essa etapa termine na próxima semana. Davi Alcolumbre, presidente do Senado, trabalha para levar a PEC à votação também na próxima semana, possivelmente na quinta-feira.

Depois dessa fase, ainda serão necessárias mais cinco sessões de discussão antes da análise em segundo turno.

Lula havia cobrado uma posição de Flávio e do PL sobre a proposta. Na terça-feira (6), o presidente disse que a votação serviria como um primeiro teste para indicar a posição do partido e afirmou que o candidato precisaria decidir se orientaria sua bancada a apoiar a mudança.

Ao responder, Flávio acusou Lula de tentar acelerar a análise por interesse eleitoral. Também defendeu a redução da tributação sobre a folha de pagamento e criticou os gastos do governo e os juros oficiais, relacionando esses fatores ao endividamento dos trabalhadores.

“Tem que ter responsabilidade”, afirmou Flávio ao dizer que mais folga não seria suficiente em um cenário de desemprego ou dívidas.

O candidato do PL defendeu ainda uma proposta alternativa apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN). O texto prevê jornada flexível, com remuneração por hora, conforme negociação entre empregado e empregador.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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