São José dos Campos, Sexta-feira, 2 de outubro de 2026
Economia

Moretti defende ajuste entre receitas e despesas para reduzir juros

Ministro afirma que controle fiscal, desaceleração de gastos obrigatórios e proteção aos mais pobres devem orientar um possível novo mandato de Lula.

Moretti defende ajuste entre receitas e despesas para reduzir juros

O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmou nesta sexta-feira (4) que um possível novo mandato de Luiz Inácio Lula da Silva deverá concentrar esforços na redução dos juros. Para ele, o resultado dependerá de um compromisso rigoroso com a consolidação fiscal e de medidas para controlar as despesas públicas.

Moretti disse, em entrevista ao SBT News, que o Orçamento de 2027 já transmite esse sinal fiscal e que a orientação deverá ser reforçada ao longo dos anos. “A redução do juro vai ser o grande legado desse próximo mandato”, afirmou.

O ministro avaliou que os juros elevados não são explicados apenas pela situação fiscal, mas considerou esse componente relevante. Segundo ele, a desaceleração dos gastos obrigatórios terá papel importante no esforço previsto para o próximo mandato.

Ajuste e proteção social

Moretti afirmou que novas medidas de ajuste poderão ser adotadas tanto pelo lado das receitas quanto pelo das despesas para garantir o centro da meta de resultado primário dos próximos anos. Na avaliação dele, combinar as duas frentes evita que a política fiscal prejudique a população mais pobre.

O ministro defendeu a preservação de despesas consideradas essenciais, especialmente as voltadas à redução da desigualdade e da pobreza. Também mencionou a inclusão dos mais ricos no imposto de renda como parte de um sistema tributário mais justo.

Ele disse ainda que o arcabouço foi importante para o controle das despesas e que esse processo está sendo intensificado. Moretti acrescentou que Lula transmitiu a banqueiros, em um jantar no Palácio da Alvorada no início desta semana, o compromisso com a consolidação fiscal para um possível novo mandato.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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