São José dos Campos, Sexta-feira, 2 de outubro de 2026
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Audi e Volkswagen farão revisão de até 2,86 milhões de veículos

Falha causada por possível corrosão em um parafuso pode comprometer a direção; não há registro de danos ou feridos, diz autoridade alemã.

Audi e Volkswagen farão revisão de até 2,86 milhões de veículos

A Audi e a Volkswagen vão convocar até 2,86 milhões de veículos em todo o mundo para inspeção e reparo de uma possível falha em um parafuso do sistema de direção. A informação é da Autoridade Federal dos Transportes Motorizados da Alemanha (KBA), que ainda mantém o caso em análise, sem avaliação definitiva.

A corrosão pode ocorrer em determinadas condições e provocar a ruptura do perno que fixa o mecanismo de direção. No cenário mais grave, a falha pode levar à perda de controle do veículo e aumentar o risco de acidente. A KBA afirma não ter conhecimento de incidentes relacionados que tenham causado danos ou ferimentos.

Entre os modelos potencialmente envolvidos estão o Audi Q3 e os Volkswagen Golf, Golf Variant, Tiguan, Touran e Caddy. A Audi informou que iniciou uma convocação preventiva após inspeções internas indicarem que o sal usado nas estradas e outras condições ambientais podem corroer, ao longo de vários anos, o parafuso de alguns Q3.

Modelos e reparo

No caso da Audi, os veículos afetados foram fabricados entre 31 de outubro de 2017 e 23 de maio de 2024. A convocação se aplica a uma combinação específica do sistema de direção com a subestrutura do eixo dianteiro. A empresa informou que o reparo será gratuito e deve durar até uma hora.

Os Volkswagen envolvidos foram produzidos entre 24 de setembro de 2013 e 1 de julho de 2024. Cerca de 2,16 milhões de veículos da marca podem estar incluídos, dos quais cerca de 900 mil na Alemanha. Outros 696 mil veículos Audi também podem ser afetados no mundo, incluindo 58 555 na Alemanha.

Os proprietários que suspeitarem que o automóvel esteja incluído podem procurar uma oficina autorizada com o número de identificação do veículo (VIN).

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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