São José dos Campos, Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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Cargueiro turco afunda após ataque de drone no Mar Negro

Duas pessoas morreram, três ficaram feridas e uma está desaparecida após o incêndio que atingiu o navio perto da costa romena.

Cargueiro turco afunda após ataque de drone no Mar Negro

Um cargueiro de propriedade turca afundou no Mar Negro após ser atingido por pelo menos um drone e pegar fogo na segunda-feira. Duas pessoas morreram, três ficaram feridas e uma continua desaparecida, segundo as autoridades romenas. O capitão está entre os mortos.

Onze tripulantes foram resgatados por navios e helicópteros romenos. As buscas pelo desaparecido prosseguem a cerca de 20 milhas da costa da Romênia, onde ocorreram as explosões que provocaram o incêndio.

O navio foi identificado como Royad Mammadov. A embarcação pertencia à empresa turca MG Shipping 5 e navegava sob a bandeira de São Cristóvão e Neves. O cargueiro transportava grãos e havia deixado o porto ucraniano de Ismail com destino a Ravena, na Itália.

Um serviço de tráfego marítimo monitorou a embarcação pela última vez três horas antes do ataque. As autoridades romenas não informaram a origem do drone.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy, atribuiu o ataque à Rússia. Em uma declaração no X, ele afirmou que a embarcação civil transportava milho e levava cidadãos do Azerbaijão e da Índia. Zelenskyy classificou o episódio como um "ataque horrível por dois drones russos".

O incidente ocorreu após incursões de drones nas proximidades de portos da Romênia no Mar Negro. O texto também registra que o espaço aéreo do país tem sido violado por drones russos nos últimos meses.

Em agosto, um caça destruiu um drone marítimo carregado de explosivos perto do maior projeto de gás offshore da Europa no Mar Negro. Horas antes, outro drone havia entrado no espaço aéreo romeno e caído perto da fronteira com a Ucrânia. Na ocasião, o presidente romeno Nicuşor Dan responsabilizou a Rússia e condenou o que chamou de uma escalada de "incidentes irresponsáveis" por parte de Moscou.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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