São José dos Campos, Sexta-feira, 9 de outubro de 2026
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Copiloto da Flydubai planejava derrubar avião em aeroporto de Telavive

Investigação dos Emirados Árabes Unidos diz que piloto omanita se inspirou nos ataques de 11 de setembro de 2001.

Copiloto da Flydubai planejava derrubar avião em aeroporto de Telavive

O copiloto de um avião da Flydubai planejava derrubar a aeronave no aeroporto internacional de Telavive, segundo o procurador-geral dos Emirados Árabes Unidos. O ataque ocorreu em 30 de setembro, quando o piloto agrediu o comandante durante o voo.

As conclusões da investigação indicam que o copiloto omanita se inspirou nos atentados de 11 de setembro de 2001 da Al-Qaida contra os Estados Unidos. O objetivo, ainda de acordo com a apuração, era causar o maior número possível de vítimas. Ele já havia sido impedido de voar em Omã por causa de opiniões extremistas.

Apesar disso, a investigação concluiu que o homem atendia aos requisitos profissionais e de segurança para trabalhar como piloto. Entre as exigências cumpridas estavam a licença de piloto, o certificado de bom comportamento e as verificações obrigatórias.

O comandante indiano foi atacado com um machado e ficou ferido. Durante o episódio, o avião caiu subitamente cerca de 5.000 metros. Passageiros invadiram a cabine de comando e ajudaram a recuperar o controle da aeronave. Com a porta aberta, passageiros e tripulantes dominaram o agressor, e o avião fez um pouso de emergência na Arábia Saudita. A maioria das pessoas a bordo era israelita.

Na quinta-feira, o presidente de Israel, Isaac Herzog, concedeu o Prêmio Presidencial de Heroísmo Civil a seis israelitas que participaram da contenção do ataque. Herzog afirmou que a coragem dos passageiros não elimina a necessidade de respostas completas. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu elogiou os passageiros e o piloto e ordenou uma revisão exaustiva da segurança da aviação civil estrangeira com destino a Israel.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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