São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Polícia britânica investiga explosivos após detenções perto de Fairford

Cinco homens foram detidos em Whelford, enquanto moradores eram retirados da área próxima à base usada pela Força Aérea dos Estados Unidos.

Polícia britânica investiga explosivos após detenções perto de Fairford

A polícia antiterrorismo britânica abriu uma investigação após a detenção de cinco homens nas proximidades da base aérea de Fairford, em Gloucestershire. Os suspeitos são investigados por infrações relacionadas a explosivos e por possível preparação de um ato terrorista.

A operação ocorreu durante a noite deste domingo (27), no vilarejo de Whelford. Moradores foram levados para um centro de lazer próximo como medida de segurança. O Exército britânico deslocou uma equipe especializada em desativação de explosivos para examinar vários veículos.

Em comunicado, a polícia afirmou que a situação está sob controle e informou que a unidade antiterrorismo conduz a investigação sobre o incidente. A corporação não estabeleceu, até o momento, uma ligação entre as detenções e uma eventual ameaça específica à base.

Declaração de Trump

O presidente americano Donald Trump afirmou que os detidos pretendiam causar “grandes estragos”. Ele também disse que os suspeitos estavam na mira dos Estados Unidos “há muito tempo”.

Fairford é uma base britânica utilizada pela Força Aérea dos Estados Unidos, inclusive como base avançada para bombardeiros. A instalação já foi empregada em operações contra instalações iranianas.

Em março de 2026, Keir Starmer, então primeiro-ministro, autorizou o uso de Fairford e de Diego Garcia, no Oceano Índico, pelos Estados Unidos em operações consideradas defensivas contra as capacidades de mísseis do Irã. Poucas horas depois, a base de Akrotiri, no Chipre, que não havia sido autorizada para essas operações, foi atingida por um drone iraniano.

Possíveis ameaças

Xavier Tytelman, consultor de aviação e defesa, disse que ainda não há informações suficientes para determinar como o incidente ocorreu. Entre as possibilidades citadas por ele estão o uso de um carro-bomba, uma infiltração na base ou o emprego de drones para sobrevoar instalações críticas, radares ou aeronaves.

Tytelman também afirmou que bases estratégicas na Europa, nos Estados Unidos e no Oriente Médio são vulneráveis a pequenos drones. Segundo dados publicados em meados de setembro, instalações militares britânicas foram alvo de drones mais de 300 vezes nos últimos 12 meses. O Ministério da Defesa não informou a origem desses aparelhos.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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