São José dos Campos, Sexta-feira, 2 de outubro de 2026
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Noruega realiza funeral do rei Harald V em Oslo

Cerimônia reúne integrantes de famílias reais, chefes de Estado e milhares de noruegueses que prestaram homenagem ao monarca.

Noruega realiza funeral do rei Harald V em Oslo

A Noruega realizou o funeral do rei Harald V, morto aos 89 anos em 28 de agosto. A cerimônia encerra 13 dias de luto nacional e reúne membros da realeza europeia, chefes de Estado e outros dignitários estrangeiros.

O cortejo deixou o palácio real às 11h, hora de Lisboa. O caixão foi transportado em um carro de artilharia pela principal avenida de Oslo até a catedral luterana da cidade, onde a cerimônia começou às 12h, com um minuto de silêncio em todo o país.

A família real norueguesa participou do cortejo a pé, sob a liderança do novo rei, Haakon VIII. A rainha Sonja, viúva de Harald, e a nova rainha, Mette-Marit, seguiram de automóvel. Mette-Marit passou por um transplante pulmonar em junho.

Entre os presentes estavam o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy, o príncipe William, do Reino Unido, o casal real espanhol e os presidentes da Finlândia, da Alemanha e da Chéquia. Também participaram os primeiros-ministros da França e da Tailândia, além de representantes das famílias reais do Japão, da Escandinávia, da Bélgica e dos Países Baixos, do príncipe Alberto de Mônaco e do rei Abdullah II da Jordânia.

Ao fim da cerimônia religiosa, quatro caças F-35 sobrevoaram a catedral em formação “missing man”. O caixão será levado à capela do castelo de Akershus e colocado na cripta do mausoléu real, ao lado dos pais e avós de Harald. O sarcófago foi avaliado em 2 milhões de dólares (1,7 milhões de euros), e o desenho permanece em segredo.

A polícia norueguesa mobilizou perto de 3.000 agentes, enquanto cerca de 3.500 militares foram destacados. Restrições ao espaço aéreo foram impostas sobre grande parte da região oriental do país.

Homenagens ao monarca

Harald subiu ao trono em 1991 e era o monarca em exercício mais idoso da Europa quando morreu. Ele se tornou símbolo de uma Noruega aberta e tolerante ao defender a diversidade em um discurso de 2016, durante os 25 anos de seu reinado.

Milhares de pessoas passaram pelo caixão na última semana. A praça diante do palácio recebeu flores, desenhos e velas. “Era o avô da nação”, afirmou Gunn Johnsen, de 81 anos. A amiga Vigdis Simonsen, de 64 anos, o descreveu como “Generoso, inclusivo, bondoso”.

Após o funeral, as bandeiras voltarão a ser hasteadas, e os sinos das igrejas tocarão durante uma hora. Quase 72% dos noruegueses disseram apoiar a monarquia em uma pesquisa divulgada na semana passada. O percentual foi oito pontos maior que o registrado em maio; em fevereiro, 60% apoiavam a manutenção do sistema e 27% eram contrários.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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