São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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G7 cobra desescalada no Iêmen e apoio iraniano aos houthis

Bloco também pediu que o Irã interrompa o envio de armas e o suporte aos combatentes alinhados com Teerã.

G7 cobra desescalada no Iêmen e apoio iraniano aos houthis

A atuação dos houthis ampliou a tensão em torno de rotas marítimas estratégicas do Oriente Médio. O grupo lançou uma ofensiva para controlar toda a costa do mar Vermelho do Iêmen e realizou um ataque contra Riade, no sábado, considerado o primeiro contra a capital saudita em anos.

Em comunicado, os líderes do G7 — Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos — pediram o fim das ações militares dos houthis, das ameaças e dos ataques à navegação civil. O bloco também defendeu o retorno do movimento ao processo político e solicitou ao Irã que interrompa o fornecimento de armas e o apoio aos combatentes, sob a alegação de que Teerã viola resoluções anteriores do Conselho de Segurança da ONU.

A ofensiva ocorre enquanto a guerra no Iêmen, iniciada em 2014 com a tomada de Sanaa pelos houthis, voltou a se intensificar em julho, depois de permanecer praticamente estagnada desde 2022. Desde 2015, a Arábia Saudita lidera uma coalizão que apoia o governo internacionalmente reconhecido do país.

Bombardeios sauditas contra o porto de Mokha, no mar Vermelho, mataram pelo menos seis pessoas e feriram outras oito, conforme informação divulgada por autoridades ligadas aos houthis. Os ataques ocorreram depois da ofensiva contra Riade.

Os houthis também atacaram instalações da petrolífera saudita Aramco em Yanbu. Segundo Riade, o oleoduto Leste-Oeste, uma rota importante para a exportação de petróleo, foi fechado após ataques de drones lançados a partir do Iraque.

O Reino Unido e a França anunciaram apoio à Arábia Saudita. O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, afirmou que o país fornecerá reabastecimento aéreo defensivo ar-ar para caças sauditas. A França disse estar pronta para ajudar na proteção das infraestruturas energéticas sauditas, mantendo uma abordagem estritamente defensiva.

O líder do órgão governativo do Iêmen, Rashad al-Alimi, conversou por telefone com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para pedir apoio contra os combatentes alinhados com o Irã. Trump não prometeu apoio militar, e a conversa teve como objetivo demonstrar solidariedade ao governo iemenita.

No mês passado, Paquistão, Arábia Saudita e Turquia assinaram o Acordo de Defesa Conjunta de Meca, que prevê defesa mútua em caso de ataque contra qualquer um dos três países.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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