São José dos Campos, Sexta-feira, 2 de outubro de 2026
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Air France-KLM e Lufthansa apresentam ofertas finais pela TAP

Propostas para a compra de 44,9% da companhia aérea portuguesa serão avaliadas pelo governo antes da decisão sobre o investidor.

Air France-KLM e Lufthansa apresentam ofertas finais pela TAP

A Air France-KLM e a Lufthansa entregaram as propostas finais para a compra de 44,9% da TAP, encerrando a etapa de apresentação de ofertas. A decisão sobre o investidor ficará agora com o Governo, que deverá analisar as condições apresentadas pelas duas companhias aéreas.

O anúncio foi feito pela Parpública, empresa responsável pela gestão das participações do Estado. Em comunicado, a estatal informou que vai preparar um relatório sobre as melhorias incluídas nas propostas e encaminhá-lo aos ministros responsáveis pelas áreas das finanças e do transporte aéreo.

O prazo para a entrega das ofertas terminou esta quarta-feira. O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, havia afirmado na segunda-feira que os candidatos apresentariam suas propostas até essa data e que o Governo teria 15 dias para se manifestar sobre o processo.

As ofertas finais devem incluir as condições financeiras e estratégicas para a entrada no capital da TAP. Entre os pontos a serem avaliados estão o investimento previsto, o desenvolvimento da frota, a manutenção, o uso de combustíveis sustentáveis e o cumprimento dos compromissos trabalhistas.

A Air France-KLM informou que mantém o interesse na companhia portuguesa e apresentou uma proposta para uma participação de até 49,9% na TAP. Benjamin Smith, CEO do grupo, afirmou que “o interesse na TAP está mais forte do que nunca”. A empresa também disse que sua oferta prevê uma transportadora de bandeira portuguesa mais forte, com Lisboa como hub exclusivo do grupo no sul da Europa.

A Lufthansa declarou que sua proposta se baseia na experiência do grupo no desenvolvimento de companhias aéreas de rede. A empresa afirmou que pretende apoiar o crescimento futuro da TAP, ampliar sua competitividade e preservar seu papel como companhia aérea de bandeira de Portugal.

O processo ainda prevê uma fase opcional de negociações para o aperfeiçoamento das ofertas. A escolha do investidor dependerá de etapas formais, entre elas a aprovação pelo Conselho de Ministros e a autorização das autoridades europeias de concorrência.

A venda também inclui 5% das ações reservadas aos trabalhadores. Caso parte dessa participação não seja subscrita, as ações poderão ser adquiridas pelo investidor selecionado.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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