São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Peça sobre Pavlos Fyssas é apresentada no Parlamento Europeu

Monólogo teatral relembra o assassinato do rapper grego e aborda o julgamento de integrantes do Amanhecer Dourado.

Peça sobre Pavlos Fyssas é apresentada no Parlamento Europeu

Um monólogo teatral sobre o assassinato do rapper grego Pavlos Fyssas foi apresentado no Parlamento Europeu, em Bruxelas. A montagem recupera o crime cometido por um integrante do partido neonazista Amanhecer Dourado, o julgamento de integrantes da organização e o avanço da extrema-direita na Europa.

A atriz Dora Chryssikou interpreta uma mulher que testemunhou o assassinato. A personagem é apresentada como uma pessoa comum, próxima dos espectadores, que enfrenta os próprios medos poucas horas antes de prestar depoimento no julgamento. O texto foi escrito por Maria Louka a partir de depoimentos reais, com encenação de Korais Damatis.

A história se passa em torno dos acontecimentos de 18 de setembro de 2013, quando Fyssas foi assassinado. Dora Chryssikou afirmou que acompanhou o julgamento e que essa experiência contribuiu para a criação do espetáculo. Segundo ela, a peça também busca contar a história por meio da família do rapper.

A apresentação foi organizada após um convite do eurodeputado do PASOK Nikolas Farantouris. O espetáculo teve legendas em inglês e francês e ocorreu em um momento de crescimento da extrema-direita nas eleições recentes na Alemanha e em outras partes da Europa. A montagem também coincidiu com a libertação de Kasidiaris e com o anúncio de sua intenção de retornar à política.

Para Chryssikou, a peça trata da tendência de pessoas comuns se manterem afastadas da política até que a violência ou o autoritarismo cheguem ao cotidiano. Farantouris afirmou que levar a montagem ao Parlamento Europeu foi um gesto simbólico de oposição ao fascismo e à agenda da extrema-direita. O eurodeputado também disse que não se deve aderir ao medo nem negociar com quem pretende derrubar a democracia.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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