São José dos Campos, Sexta-feira, 2 de outubro de 2026
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Rutte descarta ameaça imediata à NATO e rejeita alerta nuclear russo

Secretário-geral afirma que a aliança está preparada para defender seu território e pede o fim da guerra na Ucrânia.

Rutte descarta ameaça imediata à NATO e rejeita alerta nuclear russo

O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, afirmou que não há uma ameaça imediata ao território da aliança e rejeitou como concreta a possibilidade de um ataque nuclear russo. Para ele, Moscovo tenta desviar a atenção das dificuldades enfrentadas na guerra na Ucrânia.

Rutte disse que a Rússia não poderia vencer um confronto com a NATO e que os aliados estão preparados para responder a qualquer ataque. “Defenderemos cada centímetro do território da NATO”, declarou na quarta-feira, durante a Cimeira de Defesa e Espaço da Euronews, em Bruxelas.

As declarações ocorreram após a divulgação de que a Rússia enviou uma carta à NATO com um alerta contra qualquer tentativa de separar o exclave de Kaliningrado do território continental russo. Moscovo afirmou que poderia usar todo o seu arsenal, incluindo armas nucleares.

Rutte não confirmou o conteúdo da carta e disse que caberia à Rússia divulgá-lo. Também descartou a existência de uma ameaça nuclear concreta ou de uma escalada contra os Estados bálticos. “Não levo isto a sério”, afirmou, ao mencionar as declarações do presidente russo, Vladimir Putin.

O secretário-geral classificou a NATO como uma aliança defensiva e pediu o fim da guerra na Ucrânia, que descreveu como uma agressão não provocada contra o país. Segundo ele, os aliados precisam manter o apoio militar a Kiev e ampliar os investimentos em defesa.

Rutte afirmou ainda que a Rússia perde 43 mil militares mortos ou gravemente feridos por mês na linha da frente. Disse que Kiev está em uma situação melhor do que há um ano e que a guerra não está evoluindo bem para Moscovo.

Para o secretário-geral, a Rússia tenta dividir os aliados e fazer com que eles percam o foco na Ucrânia. Ele afirmou que a NATO deve manter a calma e que, se necessário, defenderá seu território.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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