São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Política

Caiado propõe parcerias para explorar terras raras no Brasil

Candidato defende cooperação entre empresas, universidades e parceiros estrangeiros para processar minerais estratégicos no país.

Caiado defende exploração das terras raras por parcerias entre setor privado e universidades

Ronaldo Caiado (PSD), candidato à Presidência da República, defendeu parcerias entre empresas privadas e universidades para mapear o solo brasileiro e ampliar a exploração de terras raras no país. A proposta foi apresentada em entrevista realizada nesta quinta-feira (17), na qual ele também foi questionado sobre o uso de capital estrangeiro nesse setor.

Caiado afirmou ter se incomodado ao descobrir que o Brasil comercializava “boa parte” das terras raras extraídas como bens primários para a China. Segundo o candidato, depois de tomar conhecimento dessa situação, ele procurou estabelecer contato com o Japão e os Estados Unidos em busca de parcerias para a extração dos minerais.

A estratégia defendida pelo presidenciável não se limita à retirada do minério. Ele propôs que a separação das terras raras seja feita em solo brasileiro e associou essa etapa ao desenvolvimento interno de setores tecnológicos. O objetivo, conforme sua declaração, seria substituir a venda de commodities pela comercialização de produtos manufaturados.

Para viabilizar esse plano, Caiado mencionou o mapeamento do solo como uma etapa necessária e indicou a participação conjunta do setor privado e das universidades. A fala ocorreu durante uma entrevista conduzida por Mariana Godoy e Eduardo Ribeiro, que perguntaram ao candidato sobre sua posição em relação à presença de recursos estrangeiros na exploração de minerais estratégicos.

Na resposta, Caiado relacionou a busca por acordos internacionais à intenção de ampliar a capacidade brasileira de explorar e processar terras raras. Ele também apresentou a participação acadêmica e empresarial como parte do desenvolvimento da atividade no país, sem detalhar quais instituições ou empresas poderiam integrar essas parcerias.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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