São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Política

Pesquisa examina eleição de deputadas que defendem pautas antifeministas

Estudo analisa como mulheres da extrema direita mobilizam apoio político mesmo ao defender posições associadas à desigualdade de gênero.

Pesquisa examina eleição de deputadas que defendem pautas antifeministas

Mulheres da extrema direita têm conquistado espaço na política brasileira ao defender pautas antifeministas, segundo a pesquisa apresentada no texto. O estudo investiga como essas deputadas conseguem mobilizar apoio e ser eleitas mesmo sustentando posições relacionadas à desigualdade de gênero.

A participação feminina na política ainda é minoritária. O direito de votar e de disputar eleições foi conquistado há menos de 100 anos. Como tentativa de ampliar a representação, os partidos passaram a cumprir, a partir de 2009, a exigência de que pelo menos 30% das candidaturas fossem de mulheres.

A pesquisa contrapõe essas medidas de estímulo à igualdade de representação política ao avanço da extrema direita nas disputas eleitorais. Nesse contexto, mulheres passaram a ocupar posições de poder defendendo bandeiras antifeministas.

O foco do estudo são as deputadas vinculadas à extrema direita e as estratégias que ajudam a explicar sua capacidade de obter apoio eleitoral. A análise também trata da aparente contradição entre a presença dessas mulheres em cargos políticos e a defesa de pautas que apontam para a desigualdade entre homens e mulheres.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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