O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, deu cinco dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar sobre pedidos pendentes nas investigações envolvendo o Banco Master e desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Há duas semanas, Fachin determinou que os dois inquéritos fossem enviados à presidência do tribunal. Oficialmente, porém, os casos continuam sob a relatoria do ministro André Mendonça.
O parecer da PGR será encaminhado a Fachin. A expectativa é que ele analise as questões pendentes, consideradas urgentes, e depois decida se conduzirá pessoalmente os próximos passos das investigações ou se devolverá os autos ao gabinete de Mendonça.
Além do dono do Banco Master, pediram a revogação da prisão Henrique Vorcaro, Felipe Vorcaro, Rodrigo Franco, Marilson Roseno da Silva, Fabiano Zettel, Daniel Monteiro e Sebastião Monteiro Junior. A Polícia Federal, por sua vez, solicitou a prorrogação das investigações.
Os pedidos foram apresentados depois que os casos foram encaminhados à presidência do Supremo.







