São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Política

Homenagens destacam trajetória musical e atuação feminista de Catherine Ringer

Artistas e políticos lembraram a cantora dos Rita Mitsouko após sua morte, aos 68 anos, na noite de 14 de setembro.

Homenagens destacam trajetória musical e atuação feminista de Catherine Ringer

A morte de Catherine Ringer mobilizou músicos, artistas e políticos que destacaram sua influência na música francesa e sua atuação contra discursos machistas. A cantora morreu aos 68 anos, vítima de câncer, na noite de 14 de setembro.

Entre as manifestações, o grupo norte-americano Sparks, que trabalhou com os Rita Mitsouko, descreveu Ringer como uma artista “única no seu género” e uma “verdadeira força da natureza”. Benjamin Biolay citou o impacto do álbum The No Comprendo e a parceria musical entre Ringer e Fred Chichin. Étienne Daho publicou uma fotografia ao lado da cantora acompanhada apenas pelo primeiro nome dela.

Uma carreira sem rótulos

Ringer e Chichin formaram os Les Rita Mitsouko em 1979. A dupla alcançou o grande público a partir de 1984, com o sucesso de “Marcia Baïla”. O trabalho dos dois foi descrito pela Presidência francesa como uma expressão artística livre e difícil de classificar.

Após a morte de Chichin, em 2007, Ringer manteve a carreira com projetos solo e apresentações dedicadas às canções da banda. O Palácio do Eliseu afirmou que ela deixou um legado artístico singular na música francesa.

Nascida em 1957, em Suresnes, a cantora teve as primeiras experiências no palco no Café de la Gare e no Palace. O comunicado do Eliseu também mencionou períodos difíceis antes do encontro com Chichin e definiu Ringer como uma artista que combinava os papéis de diva, cantora popular e vanguardista.

Reações na política e na cultura

Emmanuel Macron classificou Ringer como uma figura “inclassificável, irreverente, profundamente francesa”. Na rede X, o presidente compartilhou um registro de 2024 em que ela cantava “A Marselhesa”, durante a ocasião em que a interrupção voluntária da gravidez foi inscrita na Constituição.

Dominique de Villepin e Manon Aubry também lembraram a atuação da cantora. As homenagens destacaram seu feminismo demonstrado em atitudes e os enfrentamentos a machistas em programas de televisão e a discursos moralistas.

Josiane Balasko, Nikos Aliagas, Michèle Laroque, Julie Gayet, Flavie Flament e Alain Chabat compartilharam lembranças ou mensagens de emoção nas redes sociais. A canção “C’est comme ça”, dos Les Rita Mitsouko, integra o álbum “The No Comprendo”, lançado em 1986, e teve teledisco dirigido por Jean-Baptiste Mondino.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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