SÃO JOSÉ DO RIO PRETO — Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado (5) que pretende ampliar os investimentos em educação e desenvolver inteligência artificial em português caso seja reeleito. O presidente disse que o Brasil não deve depender da China e dos Estados Unidos para avançar na área.
Durante ato político, Lula declarou que seus governos contribuíram para a expansão do ensino superior. Segundo ele, em 2003 havia 5 milhões de pessoas com graduação completa no mercado de trabalho; atualmente, esse número é de 25,5 milhões.
"Agora nós vamos querer dominar essa história de inteligência artificial. Eu não quero ficar dependendo da China e nem dos Estados Unidos", afirmou Lula.
O presidente também defendeu o avanço da economia digital. Ele disse que o Gov.Br tem 178 milhões de brasileiros conectados e relacionou a plataforma à ampliação do acesso da população a informações e serviços.
Lula afirmou que Donald Trump quer acabar com o Pix e disse que tratará do tema com o presidente dos Estados Unidos durante um encontro da Organização das Nações Unidas (ONU). O Brasil fará a abertura da Assembleia Geral da ONU em 22 de setembro, em Nova York.
Na área social, Lula declarou que pretende acabar com a fila do INSS, reajustar o salário mínimo acima da inflação e buscar o menor índice de desemprego da história. Também afirmou que, em São Paulo, existem 58 institutos federais, dos quais 48 teriam sido construídos durante seus governos e os de Dilma Rousseff.
O presidente criticou adversários que, segundo ele, mentem e não apresentam propostas para o futuro. Ao comparar os governos, afirmou que a inflação de alimentos teria sido de 56,17% durante os quatro anos do governo de seu adversário e de 13,6% em seus quatro anos.
Lula pediu apoio à candidatura de Fernando Haddad ao governo de São Paulo e visitará o futuro campus da Universidade Federal de São Carlos em São José do Rio Preto. Antes do ato, esteve no diretório de reabilitação moderna do Hospital de Amor de Barretos. A previsão era de que viajasse para Brasília às 15h10.
Durante o evento, o vice-presidente Geraldo Alckmin associou o governo de Jair Bolsonaro ao caso Banco Master. Ele também afirmou que mais de 700 mil pessoas morreram na pandemia de covid-19 por causa do que chamou de descaso com a vida humana.







