São José dos Campos, Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
Política

TRE-MG apura uso de celular por Romeu Zema durante votação em Araxá

Tribunal informou que mesários foram orientados sobre a proibição e que eventual responsabilização depende de denúncia formal do Ministério Público.

TRE-MG apura uso de celular por Romeu Zema durante votação em Araxá

O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) vai apurar o uso de um celular por Romeu Zema dentro da cabine de votação. O candidato à Presidência votou neste domingo (4), por volta das 9h, na Escola Estadual Delfim Moreira, em Araxá (MG).

Após deixar a seção eleitoral, Zema disse que não foi lembrado de entregar o aparelho antes de seguir para a urna. Ele negou ter registrado imagens durante o voto: “Não fotografei nada, não fiz nada com o celular ali”.

O TRE-MG informou que os mesários receberam orientação sobre a proibição de celulares na cabine. A Justiça Eleitoral também impede a entrada de aparelhos mesmo desligados. O eleitor deve desligar o celular e deixá-lo no local indicado pelos mesários, responsáveis pela guarda do equipamento até o fim da votação.

O aparelho pode ser apresentado na identificação do eleitor para o uso do e-Título ou de outro documento digital aceito. Depois dessa etapa, porém, deve permanecer fora da cabine. A restrição também vale para câmeras, filmadoras e outros equipamentos que possam comprometer o sigilo do voto.

Procedimentos e possível responsabilização

Se o eleitor se recusar a entregar o celular, não será autorizado a votar naquele momento. A ocorrência deve ser registrada em ata e, conforme a orientação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a polícia poderá ser acionada.

O Código Eleitoral prevê pena de até dois anos de detenção para quem violar ou tentar violar o sigilo do voto. No caso de Zema, uma eventual responsabilização dependerá da apuração do episódio. O presidente do TRE-MG, Carlos Henrique Perpétuo Braga, afirmou que também é necessária uma denúncia formal do Ministério Público.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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