A votação para as eleições de 2026 terá seis etapas, e o eleitor precisará escolher dois candidatos ao Senado. Para reduzir o risco de erros, a orientação é preparar uma “colinha” com os números antes de entrar na cabine. O uso de celular ou de outros equipamentos eletrônicos no local é proibido por lei.
A urna exibirá, nesta ordem, as opções para deputado federal, deputado estadual ou distrital, senador para a 1ª vaga, senador para a 2ª vaga, governador e vice-governador e, por fim, presidente e vice-presidente. Os cargos de deputado federal exigem número com quatro dígitos; os de deputado estadual ou distrital, cinco dígitos; e os de senador, três dígitos. Para governador e presidente, são dois dígitos.
Conferência antes da confirmação
Depois de digitar cada número, o eleitor deve verificar na tela a foto, o nome e a legenda partidária. Se houver erro, é preciso apertar o botão laranja “Corrige” e fazer uma nova digitação. O botão verde “Confirma” registra o voto definitivamente, sem possibilidade de alteração.
Na escolha para o Senado, não é permitido votar duas vezes no mesmo candidato. Se o eleitor repetir o número usado na 1ª vaga ao preencher a 2ª vaga, o segundo registro será considerado voto nulo.
Simulação e situações específicas
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disponibiliza em seu site um Simulador de Votação. A ferramenta permite treinar a digitação e reproduz o procedimento de uma urna real de maneira interativa.
Se houver segundo turno, a votação terá no máximo dois nomes: primeiro o candidato a governador e depois o candidato a presidente, ambos com 2 dígitos. Caso não exista segundo turno para o governo estadual, a urna seguirá diretamente para a tela de presidente.
Eleitores com domicílio eleitoral no exterior votarão somente para presidente da República, também com 2 dígitos. Eles não participarão da votação para os cargos federais e estaduais.







