São José dos Campos, Sexta-feira, 9 de outubro de 2026
Brasil

Registros mostram reunião e áreas quilombolas próximas à mina em Paracatu

Imagens apresentam encontros com moradores, mapas de territórios quilombolas e a estrutura da mina Morro do Ouro, da Kinross.

Registros mostram reunião e áreas quilombolas próximas à mina em Paracatu

Registros feitos em Paracatu (MG) mostram reuniões com moradores, mapas de territórios quilombolas e diferentes áreas da mina Morro do Ouro, operada pela Kinross. As imagens não identificam a data dos encontros nem os nomes das pessoas fotografadas.

Em um salão amplo e iluminado, uma mulher fala em pé diante de um público formado por homens, mulheres e crianças. Parte dos participantes está sentada em cadeiras de plástico, enquanto outras pessoas acompanham a reunião em pé, nas laterais e ao fundo do espaço. Sobre a mesa usada pelos palestrantes aparecem garrafas de água, pastas, papéis e um livro com o brasão do Brasil na capa.

Outro registro mostra um homem de camiseta branca segurando um microfone diante do público. Em uma cena diferente, um homem idoso conversa com outro participante junto a uma mesa de madeira. Ao fundo, pessoas circulam pelo local. Também há uma reunião noturna em um quintal de chão de terra, com cerca de vinte pessoas sentadas em círculo sob lâmpadas instaladas na varanda. As paredes têm pinturas em estilo grafite.

Mapa e estrutura da mineração

Um mapa de satélite apresenta a localização de três territórios quilombolas em relação à mina Morro do Ouro. As áreas identificadas são Machadinho, São Domingos e Amaros. O perímetro da Kinross aparece demarcado em vermelho e inclui uma cava de mineração e bacias de rejeitos. A área urbana de Paracatu está indicada ao sul da zona de mineração.

A legenda do mapa informa: “Figura 2: Mapa de localização das comunidades em relação ao empreendimento. Fonte: KINROSS, 2026.”

As fotografias também mostram a mina a céu aberto, com paredes escavadas em degraus e caminhos ao longo da cratera. Em uma das cenas, três homens usam coletes refletivos e capacetes enquanto observam a área. Um deles aponta para a paisagem escavada, e outro segura papéis.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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