São José dos Campos, Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
Economia

AIE informa liberação de 325 milhões de barris de reservas estratégicas

Volume liberado desde março equivale a 80% dos 400 milhões de barris prometidos inicialmente pelos países do G7.

AIE informa liberação de 325 milhões de barris de reservas estratégicas

A Agência Internacional de Energia (AIE) informou neste sábado (3) que cerca de 325 milhões de barris de petróleo e derivados foram retirados das reservas estratégicas desde março. O volume corresponde a 80% dos 400 milhões de barris prometidos inicialmente pelos países do G7.

Na sexta-feira, o grupo anunciou uma nova liberação coordenada de 100 milhões de barris. Ainda não foi esclarecido se essa quantidade inclui os 75 milhões de barris que permaneciam pendentes do compromisso firmado em 11 de março ou se representa uma ampliação do total previsto para 500 milhões de barris.

Em comunicado, a AIE afirmou que aproximadamente 325 milhões de barris da ação coletiva anunciada em 11 de março já haviam sido liberados.

Em março, a agência informou que seus países-membros mantinham mais de 1,2 bilhão de barris em reservas de emergência. A indústria armazenava cerca de 600 milhões de barris adicionais para cumprir obrigações governamentais.

As reservas estratégicas foram criadas em 1974, depois da crise energética provocada pela guerra do Yom Kippur. A finalidade é responder a interrupções repentinas no abastecimento.

O fornecimento de energia enfrenta atualmente dois fatores de pressão. As exportações de hidrocarbonetos dos países do Golfo foram afetadas pelo fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã, no contexto do conflito com os Estados Unidos e Israel. Além disso, infraestruturas energéticas da Rússia passaram a ser alvo de ataques da Ucrânia, em uma tentativa de Kiev de dificultar as operações militares de Moscou.

Embora refinarias de outras regiões operem em plena capacidade, os preços dos combustíveis subiram fortemente em diversos mercados, incluindo os Estados Unidos, que exportam mais petróleo e derivados do que importam.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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