São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Economia

Bolsa de Nova York recua com petróleo acima de US$ 100

Dow Jones, Nasdaq e S&P 500 caíram em meio à preocupação com energia, inflação e tensões entre Estados Unidos e Irã.

Bolsa de Nova York recua com petróleo acima de US$ 100

A Bolsa de Nova York fechou em queda nesta quarta-feira (9), pressionada pela alta dos preços da energia e pelas tensões geopolíticas. O movimento aumentou a preocupação dos investidores com a possibilidade de uma inflação persistente e de novos juros elevados pelos bancos centrais.

O Dow Jones caiu 0,77%, enquanto o Nasdaq recuou 0,64% e o S&P 500 perdeu 0,48%. Para Fawad Razaqzada, analista da Forex.com, a alta sustentada da energia pode voltar a pressionar a inflação e colocar o Federal Reserve sob pressão para reduzir os juros.

O petróleo Brent ultrapassou US$ 100 por barril. Teerã e Washington continuam trocando ataques, com impactos sobre a navegação no Estreito de Ormuz. Nos Estados Unidos, o diesel atingiu uma média de US$ 5,94 por galão nesta quarta-feira, segundo dados da Associação Automobilística dos EUA.

O combustível é utilizado amplamente pelos setores agrícola e de transporte americanos, o que eleva o risco de repasses aos preços ao consumidor. Razaqzada afirmou que uma continuidade da alta do petróleo poderia levar os mercados a prever uma nova elevação dos juros pelos bancos centrais. Patrick O’Hare, analista da Briefing.com, disse que os preços do petróleo não devem cair em breve.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os preços terão uma forte queda no início de novembro, depois das eleições legislativas americanas.

No mercado de dívida, o rendimento dos títulos do Tesouro americano com vencimento em dez anos chegou a 4,84% por volta das 20h30 GMT (17h30 no horário de Brasília). Na véspera dos primeiros ataques realizados por Estados Unidos e Israel contra o Irã, esse rendimento estava em 3,94%.

O Departamento do Tesouro anunciou que recomprará até US$ 6 bilhões em títulos de longo prazo até quinta-feira, enquanto o governo Trump tenta acalmar os mercados.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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