São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Economia

Bolsas de Nova York avançam com recuo do petróleo

Dow Jones, Nasdaq e S&P 500 encerraram a sexta-feira em alta, enquanto investidores acompanharam as negociações sobre o Estreito de Ormuz.

Bolsas de Nova York avançam com recuo do petróleo

As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta sexta-feira (25), favorecidas pela queda dos preços do petróleo diante da possibilidade de reabertura do Estreito de Ormuz. O movimento ocorreu apesar do rendimento elevado dos títulos públicos dos Estados Unidos.

O Dow Jones subiu 0,93%, o Nasdaq avançou 0,48% e o S&P 500 ganhou 0,51%. Para Angelo Kourkafas, analista da gestora de patrimônio Edward Jones, as expectativas de uma solução diplomática para o conflito no Oriente Médio pressionaram as cotações do petróleo.

O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, afirmou que comunicou ao enviado americano Steve Witkoff as condições do Irã para reabrir Ormuz. Araghchi estava em Nova York para a Assembleia Geral da ONU. “Se determinadas condições forem cumpridas, o estreito será aberto em sete dias e haverá conversas”, disse.

Títulos públicos

A redução do petróleo tende a diminuir a preocupação dos investidores com a inflação e a estabilizar as taxas do mercado de títulos, que haviam subido com força na véspera.

Na quinta-feira, os juros dos títulos da dívida pública americana de 30 anos chegaram a 5,50%, o maior nível desde 2004. A taxa dos papéis de 10 anos atingiu 5,22%, patamar não registrado desde 2007.

Antes do fechamento desta sexta-feira, o rendimento dos títulos de 10 anos estava em torno de 5,16%, enquanto o dos papéis de 30 anos girava em torno de 5,48%.

Kourkafas afirmou que a Bolsa de Nova York continua apoiada por fundamentos sólidos, especialmente nas empresas. Analistas da Briefing.com disseram que, depois de uma semana marcada pela geopolítica, os dados econômicos voltarão ao centro das atenções a partir de segunda-feira.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Receba nossa newsletterUma seleção diária, direto na sua caixa de entrada.

As mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5