São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Economia

Petróleo termina sessão em alta após sinais opostos sobre diálogo entre EUA e Irã

Brent avançou 0,92%, enquanto WTI subiu 0,21% em uma sessão marcada por informações divergentes sobre negociações.

Petróleo termina sessão em alta após sinais opostos sobre diálogo entre EUA e Irã

Os contratos de petróleo encerraram a segunda-feira (28) com ganhos modestos, depois de uma sessão marcada por mudanças nas expectativas sobre um possível diálogo entre Washington e Teerã. O Brent do Mar do Norte para entrega em novembro avançou 0,92%, para 105,28 dólares por barril. O West Texas Intermediate (WTI), com entrega no mesmo mês, subiu 0,21%, a 92,60 dólares.

A reação dos mercados foi influenciada por declarações contraditórias sobre as negociações. Donald Trump havia recusado uma proposta do Irã para reabrir, em sete dias, o Estreito de Ormuz, onde o tráfego permanece praticamente paralisado. Mais tarde, o presidente americano afirmou esperar que as conversas com Teerã fossem retomadas nos próximos dias.

A agência estatal iraniana informou que a delegação do país em Nova York retornará a Teerã na terça-feira e não tinha uma nova reunião prevista com autoridades americanas. Ao mesmo tempo, o chanceler iraniano deve se encontrar com o mediador catari, conforme outra agência estatal do país.

David Morrison, analista da Trade Nation, afirmou que os operadores permanecem “em alerta”. Para Tamas Varga, analista da PVM, a falta de um calendário confiável para um acordo sustenta os preços, enquanto a possibilidade de diálogo reduz a tensão no mercado.

O Brent tem maior exposição aos riscos logísticos internacionais, enquanto o WTI acompanha principalmente o mercado americano. As duas referências continuam abaixo dos maiores níveis alcançados no começo do conflito no Oriente Médio. Gregory Brew, do Eurasia Group, afirmou que não se espera uma redução dos preços no curto prazo.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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