O saldo das garantias da União em operações de crédito alcançou R$ 353,64 bilhões ao fim do 2º quadrimestre de 2026, conforme o Relatório Quadrimestral de Operações de Crédito Garantidas (RQG), do Tesouro Nacional. As operações externas somaram R$ 179,71 bilhões, enquanto as internas totalizaram R$ 173,93 bilhões.
Nas operações internas, Banco do Brasil, BNDES e Caixa concentram R$ 160,28 bilhões, o equivalente a 92,15% do total. Nas externas, BIRD, BID e CAF respondem por R$ 171,82 bilhões, ou 95,61%.
O Estado de São Paulo tem o maior saldo devedor entre os mutuários, com 10,92% do total, correspondente a R$ 38,62 bilhões. O Estado do Rio de Janeiro aparece na sequência, com 7,31%, ou R$ 25,86 bilhões.
De janeiro a agosto de 2026, foram firmadas 116 novas operações de crédito garantidas. Desse conjunto, 73 foram contratadas com municípios, 38 com estados e cinco com entidades controladas. Ao todo, 103 contratos foram internos e 13, externos.
No mesmo período, o Tesouro Nacional pagou R$ 3,13 bilhões para honrar dívidas garantidas de entes subnacionais. Desde 2016, os pagamentos da União para cobrir garantias de operações de crédito de estados e municípios somam R$ 89,66 bilhões.
As informações estão disponíveis no Painel das Garantias e no Painel de Garantias Honradas. O relatório também reúne dados sobre indexadores, percentual vincendo, vida média e custo médio da dívida garantida pela União.








