São José dos Campos, Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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Emirados dizem que copiloto da FlyDubai tentou assumir controle de voo

Procurador-geral afirma que omanita atacou o comandante com um machado de emergência e tentou realizar um ataque terrorista.

Emirados dizem que copiloto da FlyDubai tentou assumir controle de voo

O procurador-geral dos Emirados Árabes Unidos afirmou que o copiloto de um voo da FlyDubai para Israel atacou o comandante com um machado de emergência e tentou assumir o controle da aeronave. Hamad Saif al-Shamsi classificou o episódio como uma tentativa de ataque terrorista.

O caso ocorreu no voo FZ1073, que transportava 182 pessoas com destino a Tel Aviv. O comandante conseguiu destrancar a porta da cabine enquanto era atacado, permitindo a entrada de passageiros e tripulantes. O grupo dominou o copiloto e ajudou a estabilizar o avião.

A investigação continua para esclarecer as circunstâncias do incidente, os motivos e eventuais ligações do copiloto, além de concluir exames técnicos e analisar provas físicas e digitais, informou al-Shamsi. O machado usado no ataque é uma ferramenta disponível na cabine para situações de emergência.

Histórico do copiloto

O copiloto foi identificado como Hamam al-Hammami, cidadão de Omã nascido nos Emirados Árabes Unidos. Ele havia trabalhado na Oman Air, companhia aérea nacional de Omã, mas foi afastado das funções de voo por preocupações relacionadas a sinais de posições extremistas. Depois, foi transferido para tarefas administrativas.

Fontes ligadas ao caso afirmaram que Omã havia impedido al-Hammami de voar por receios sobre convicções ideológicas radicais. Mais tarde, ele foi contratado pela FlyDubai. Ainda não está claro como foi feita a verificação de seu histórico no momento da contratação. A conta dele no Instagram permaneceu ativa até o dia do voo e foi apagada depois.

O fato de al-Hammami estar trabalhando na cabine é uma das questões centrais da investigação. Israel mantém acordos com companhias aéreas estrangeiras para impedir que pilotos voem para o país quando são cidadãos de Estados que não têm relações diplomáticas com Israel. Omã e Israel não mantêm relações diplomáticas formais.

Serviços de segurança de quatro países da região investigam os motivos do copiloto, com apoio dos Estados Unidos e de outros governos ocidentais. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que o copiloto passou por um processo de radicalização islamista, mas não apresentou provas.

O comandante Smit Machchhar, cidadão indiano, relatou a Narendra Modi, primeiro-ministro da Índia, que lutou para abrir a porta da cabine enquanto era atacado. Em um vídeo gravado da cama de um hospital na Arábia Saudita, Machchhar disse: “Estava a lutar pela minha vida”.

O conselheiro presidencial dos Emirados Anwar Gargash afirmou que o piloto demonstrou coragem e responsabilidade diante do episódio. Após o incidente, os Emirados Árabes Unidos cancelaram todos os voos para Israel, enquanto a companhia israelense El Al suspendeu os voos previstos para os Emirados. Os dois países acordaram voos de repatriamento para levar os passageiros de volta.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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