São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Custo de itens para bebês varia de 2 813 € a 6 294 € na Europa

Estudo da Remitly compara despesas do primeiro ano de vida e o peso dos itens essenciais sobre o salário médio em 38 países.

Custo de itens para bebês varia de 2 813 € a 6 294 € na Europa

O custo estimado dos itens essenciais para um bebê no primeiro ano de vida varia de 2 813 € no Reino Unido a 6 294 € na Espanha, segundo um estudo da Remitly baseado em preços de julho de 2026. A média entre os 38 países europeus analisados foi de 4 727 €.

O levantamento considera 14 produtos, distribuídos em seis categorias: fraldas e itens para troca, mamadeiras, leite artificial, produtos para dormir, transporte e roupas. A lista inclui berço, colchão, lençóis, mantas, cadeirinha para carro, carrinho e peças de vestuário.

Além da Espanha, os custos superaram 6 000 € nos Países Baixos (6 140 €), na Finlândia (6 066 €), na Suécia (6 025 €) e na Suíça (6 018 €). Entre os países com valores entre 5 000 € e 6 000 € estão Luxemburgo (5 665 €), Itália (5 609 €), Lituânia (5 563 €), Albânia (5 532 €), Sérvia (5 509 €), Montenegro (5 500 €), Portugal (5 337 €), Eslováquia (5 221 €), Noruega (5 079 €) e Islândia (5 004 €).

Entre as cinco maiores economias, o Reino Unido teve o menor custo. Alemanha (4 701 €) e França (4 393 €) ficaram próximas da média europeia. Chéquia (3 211 €), Romênia (3 385 €), Letônia (3 392 €), Croácia (3 661 €), Bulgária (3 804 €) e Bósnia-Herzegovina (3 844 €) registraram valores abaixo de 4 000 €.

Roupas, leite e fraldas concentram despesas

Roupas responderam, em média, por 30,3 % dos gastos; leite artificial, por 25,7 %; e fraldas, por 24,5 %. Juntas, as três categorias representaram 81 % do total. Nos 38 países, as despesas médias foram de 1 465 € com roupas, 1 187 € com leite artificial e 1 152 € com fraldas, somando 3 804 €.

A participação de cada categoria variou entre os países. As roupas representaram 16 % dos custos na Dinamarca e 52,5 % na Suécia. O leite artificial correspondeu a 10,8 % na Suécia e a 41,3 % na Letônia. Já as fraldas ficaram em 12,4 % na Turquia e acima de 36 % na Suíça e na Bélgica.

Peso sobre o salário médio

A Remitly também comparou os gastos com a remuneração média mensal dos trabalhadores por conta de outrem, usando estatísticas da Organização Internacional do Trabalho ajustadas pela inflação. Em 36 países, os itens essenciais equivaleram, em média, a 20,9 % do salário anual.

A proporção foi de 5,4 % na Bélgica e chegou a 88,8 % na Moldávia. Albânia (66 %), Turquia (45,1 %), Montenegro (45 %), Sérvia (41,4 %), Bósnia-Herzegovina (36,1 %), Portugal (35,7 %) e Hungria (34,7 %) tiveram percentuais de pelo menos um terço do salário médio anual.

O peso ficou abaixo de 10 % em Luxemburgo (6 %), Dinamarca (6,7 %), Reino Unido (7,5 %), Noruega (7,6 %), Irlanda (8 %), Suíça (8 %), Alemanha (8,1 %), Áustria (8,2 %), França (8,5 %), Malta (8,9 %) e Países Baixos (9,4 %).

Creches não entram no cálculo

O estudo não incluiu os custos de creches e jardins de infância. Em 2023, as mensalidades brutas de cuidados infantis para dois filhos chegaram a 64 211 € na Suíça. Nos Países Baixos, o valor foi de 39 229 €, o maior da União Europeia, enquanto na Alemanha ficou em 552 €, segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Os dados abrangem serviços prestados em centros licenciados, como creches, centros de dia, pré-escolas e jardins de infância, em período integral ou parcial. Considerando os custos líquidos para dois filhos, o valor foi de 10 200 € para uma família com um único rendimento na Suíça e de 27 551 € para um casal com dois rendimentos. O apoio público pode reduzir esses encargos em alguns países, levando os custos líquidos para menos de 5 000 €.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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