São José dos Campos, Sexta-feira, 2 de outubro de 2026
Mundo

Relógios de luxo ganham destaque entre campeões e celebridades no US Open

Modelos de Jacob & Co., Rolex, Patek Philippe e Richard Mille chamaram atenção nas quadras e nas arquibancadas do torneio.

Relógios de luxo ganham destaque entre campeões e celebridades no US Open

O US Open também foi palco de uma disputa entre relógios de luxo. Alexander Zverev levantou o troféu usando um Jacob & Co. “The World Is Yours” Dual Time Zone Tourbillon, enquanto Carlos Alcaraz, Roger Federer, Marta Kostyuk, Brad Pitt e Travis Scott exibiram peças de marcas tradicionais e independentes ao longo do torneio.

Zverev disputou as partidas com um Epic X skeleton, preso por uma correia elástica, mas trocou o modelo para a cerimônia do troféu. O relógio escolhido tem dois submostradores para indicar um segundo fuso horário, mostrador em formato de globo e um turbilhão de 30 segundos no centro.

O mostrador reproduz cordilheiras e linhas de costa. O turbilhão gira ao dobro da velocidade de um modelo tradicional e havia sido destaque no Grand Prix d'Horlogerie de Genève no ano passado.

Quaid Walker, diretor executivo da Bezel, afirmou que a troca de relógio antes da cerimônia se tornou um ritual entre jogadores patrocinados por marcas de relojoaria. “A troca serve para ser visto”, disse.

Rolex concentra a atenção

A Rolex, relojoeira oficial dos quatro torneios do Grand Slam, esteve entre as marcas mais presentes no evento. Alcaraz, campeão em título, usou um Rolex Daytona “Le Mans”, lançado em 2023 para marcar o 100º aniversário da prova francesa de resistência.

O modelo tem o número “100” em vermelho na luneta preta de Cerachrom e vale mais de 200 mil euros no mercado de segunda mão. Walker disse que o relógio foi distribuído exclusivamente a clientes mais fiéis da marca e que as séries produzidas em cada metal duraram menos de um ano antes da descontinuação.

Contratado pela Rolex em janeiro de 2022, Alcaraz havia conquistado o primeiro título de Grand Slam no US Open aos 19 anos e se tornado o mais jovem número um da história do ranking ATP. Neste torneio, perdeu na semifinal para Ben Shelton, após retornar à competição depois de uma lesão no pulso.

Shelton, derrotado na final por Zverev, passou a integrar o grupo de jogadores associados à Rolex, que também inclui Jannik Sinner e Coco Gauff.

Roger Federer, aposentado em 2022, foi incluído no International Tennis Hall of Fame durante o US Open. Na ocasião, usou o Oyster Perpetual 41 “Jubilee”, modelo com dez cores impressas em sequência e apontado por Walker como um dos relógios mais comentados de 2026.

Modelos usados pelas tenistas

Donna Vekić entrou em quadra com um FP Journe Elégante de titânio. O modelo tem movimento eletromecânico, para quando fica em repouso e volta a funcionar quando detecta movimento no pulso, reajustando-se automaticamente. A autonomia informada é de oito a dez anos com uso diário.

Marta Kostyuk usou um Patek Philippe Aquanaut Luce azul, em referência à cor do piso acrílico das quadras de Flushing Meadows. O relógio tem caixa de aço de 36 mm e luneta com 46 diamantes.

Kostyuk foi eliminada nas oitavas de final, mas alcançaria o Top 10 da WTA na segunda-feira, juntando-se à compatriota Elina Svitolina.

Peças nas arquibancadas

As celebridades também chamaram atenção pelos relógios usados nas arquibancadas. Kaia Gerber apareceu com um Cartier Panthère de ouro amarelo, no tamanho “mini”. O modelo custa cerca de 100 vezes menos que o RM 75-01 Flying Tourbillon Sapphire usado por Travis Scott, avaliado em mais de 2 milhões de euros.

Scott também tem um Royal Oak Perpetual Calendar de cerâmica marrom, criado com a Audemars Piguet em 2023. O relógio escolhido para o torneio foi o modelo com turbilhão voador da Richard Mille, característica associada à marca e levada ao tênis por Rafael Nadal em sua última participação em Roland-Garros, em 2024.

Brad Pitt usou um Patek Philippe de referência 2526, da linha Calatrava. A peça é avaliada entre 200 mil e 350 mil euros no mercado de segunda mão e abriga o primeiro calibre automático da Patek Philippe, o 12-600AT. O modelo combina esmalte e ouro e tem exemplares em bom estado cada vez mais raros após 70 anos.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Receba nossa newsletterUma seleção diária, direto na sua caixa de entrada.

As mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5