São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Política

Ministro da Fazenda defende ajuste fiscal e ações do governo Lula

Dario Durigan afirma que o governo combina ajuste das contas públicas com avanços sociais e articulação no Congresso Nacional.

Ministro da Fazenda defende ajuste fiscal e ações do governo Lula

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo Luiz Inácio Lula da Silva adotou a política fiscal correta para o Brasil e trabalha na consolidação das contas públicas. A declaração foi feita em artigo de opinião assinado por ele.

Durigan disse que, em janeiro de 2023, quando Lula voltou à Presidência, o Brasil estava no abismo e com a democracia em risco. No texto, criticou a administração do ex-presidente Jair Bolsonaro ao citar o aumento do endividamento das famílias, o crescimento da fome, o desemprego médio de 12% e a condução da pandemia de covid-19.

O ministro também afirmou que o país passou a combinar níveis historicamente baixos de inflação e desemprego. Entre os resultados mencionados estão a saída do Brasil do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas, além de ganhos reais no salário mínimo e na renda média da população.

Na área fiscal, Durigan sustentou que os avanços sociais ocorreram ao mesmo tempo que o ajuste das contas públicas. Segundo ele, o déficit primário caiu de pouco mais de 2% do Produto Interno Bruto em 2023 para uma projeção de 0,6% do PIB em 2026.

Ele destacou a aprovação do novo arcabouço fiscal em 2023. A regra manteve os gastos primários em cerca de 19% do PIB e, na avaliação do ministro, abriu caminho para superávits futuros na proposta orçamentária de 2027. A medida também teria ajudado a reduzir a pressão sobre a curva de juros dos títulos brasileiros.

Durigan afirmou que a postura fiscal teve impacto neutro sobre a dívida pública desde 2024. Ele relacionou esse resultado a elevações de nota de crédito pelas agências de risco e à queda relevante no risco de calote do país.

O ministro ainda citou a articulação com o Congresso Nacional para aprovar mais de 80 medidas econômicas e bloquear projetos que aumentariam despesas. Também mencionou propostas para ampliar a presença de mulheres no mercado de trabalho, oferecer capacitação em inteligência artificial e consolidar leis sobre data centers, minerais críticos e transição energética.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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