Estatais federais registram maior superávit de agosto desde 2001
Resultado positivo de agosto foi o primeiro de 2026, mas o acumulado do ano ainda aponta déficit de R$ 6,518 bilhões.
Resultado positivo de agosto foi o primeiro de 2026, mas o acumulado do ano ainda aponta déficit de R$ 6,518 bilhões.
Resultado primário de agosto ficou abaixo do déficit estimado pelo Prisma Fiscal, enquanto o acumulado do ano chegou a R$ 94,9 bilhões.
Resultado reúne Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central e foi menor que o registrado no mesmo mês de 2025.
Tesouro Nacional atribui a alta de 0,04% à incorporação de juros, apesar do resgate líquido de títulos no mês.
Estoque avançou 0,04% em relação a julho, enquanto o colchão de liquidez recuou 11,89% no período.
Dario Durigan afirma que o governo combina ajuste das contas públicas com avanços sociais e articulação no Congresso Nacional.
Ministro afirma que ajuste das contas públicas ocorreu ao mesmo tempo que redução do desemprego e melhora na renda.
Governo prevê economias em benefícios previdenciários, pessoal, BPC e subsídios para bancar aumento do programa.
Desbloqueio de R$ 15,5 bilhões foi compensado por contingenciamento de R$ 13,6 bilhões para cumprir a meta fiscal.
Relatório do governo combina bloqueio de despesas e contingenciamento para cumprir o arcabouço fiscal e a meta de resultado primário.
Relatório do quarto bimestre prevê contenção total de R$ 16,1 bilhões nas despesas de 2026 e revisa projeções fiscais e orçamentárias.
Arrecadação federal cresceu 8,25% em agosto; receitas de empresas e previdenciárias tiveram destaque no resultado divulgado pela Receita Federal.
Instituição estima déficit de R$ 86,1 bilhões e diz que governo precisaria bloquear R$ 35,7 bilhões para cumprir a meta fiscal.
Relatório estima déficit de R$ 86,1 bilhões, enquanto o governo prevê superávit de R$ 18,6 bilhões no próximo ano.
Ministro defende usar a inteligência artificial em aplicações ligadas ao agro, após pacificar as contas públicas e reduzir os juros.