Levantamentos recentes da Quaest e da Atlas/Estadão indicam que a eleição para governador pode ser decidida no primeiro turno em 13 Estados. O cálculo considera a margem de erro das pesquisas e a conversão das intenções de voto em votos válidos.
A lista inclui Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.
Em Pernambuco, Raquel Lyra (PSD) aparece com 52%, enquanto João Campos (PSB) tem 47% na pesquisa mais recente da Quaest, divulgada ontem, com margem de erro de dois pontos porcentuais. Em Alagoas, JHC registra 49% e Renan Filho, 50%. Os dois estão em uma faixa compatível com a vitória no primeiro turno quando considerada a margem de erro de dois pontos porcentuais.
Estados com maior vantagem
Em Santa Catarina, Jorginho Mello (PL) tem 71%, contra 14% de João Rodrigues (PSD) e 12% de Gelson Merísio (PSB). Em Roraima, Arthur Henrique (PL) registra 64%, ante 34% de Soldado Sampaio (Republicanos). No Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP) aparece com 67%, enquanto Fábio Trad (PT) tem 23%.
Em São Paulo, a pesquisa Atlas/Estadão divulgada ontem aponta Tarcísio de Freitas (Republicanos) com 57,4%, contra 41,6% de Fernando Haddad (PT). Na Paraíba, Lucas Ribeiro (PP) soma 61%, seguido por Efraim Filho (PL), com 23%, e Cícero Lucena (MDB), com 16%.
Na Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT) tem 52%, ante 48% de ACM Neto (União Brasil). Em Goiás, Daniel Vilela (MDB) aparece com 57%, enquanto Wilder Morais (PL) registra 20% e Marconi Perillo (PSDB), 18%. No Maranhão, Eduardo Braide (PSD) tem 52%, contra 35% de Orleans Brandão (MDB).
No Ceará, Elmano de Freitas (PT) está numericamente à frente de Ciro Gomes (PSDB), por 50% a 49%. No Pará, Dr. Daniel (Podemos) registra 57%, ante 40% de Hana Ghassan (MDB).
No Rio Grande do Norte, a disputa é mais apertada: Allyson Bezerra (União Brasil) tem 37%, Cadu de Lula (PT), 32%, e Álvaro Dias (PL), 29%. Nesse caso, a definição no primeiro turno é considerada mais improvável, embora ainda possível.







