O 4º ciclo da Oferta Permanente de Partilha terminou com sete dos 13 blocos oferecidos arrematados e sem disputa entre as empresas. O ágio alcançou 494,64%, enquanto o bônus de assinatura somou R$ 530,4 milhões. Os investimentos previstos chegam a R$ 778,4 milhões.
A Petrobras, a PRIO e a Equinor ficaram com duas áreas cada. Também foram arrematados um bloco por um consórcio da CNOOC com a Sinopec e outro por uma parceria entre Equinor e Galp.
Na Bacia de Campos, a PRIO Forte venceu duas áreas como única ofertante. Em uma delas, ofereceu 32,80% de excedente em óleo para a União, acima do mínimo de 14,09%. Na outra, a proposta foi de 7,18%, diante de um percentual mínimo de 1,73%.
A Petrobras também apresentou oferta única por uma área da Bacia de Campos. A estatal ofereceu 30% de excedente em óleo para a União, contra o mínimo de 12,51%.
Na Bacia de Santos, CNOOC e Sinopec, em consórcio com participações de 70% e 30%, respectivamente, fizeram a única oferta pela área. O percentual de excedente em óleo destinado à União foi de 18,20%, acima do mínimo de 10,98%.
Áreas de Cruzeiro do Sul
Em Cruzeiro do Sul, a Petrobras arrematou uma área ao oferecer 15,27% de excedente em óleo para a União, superando o mínimo de 14,13%. A Equinor venceu outra área com proposta de 25,02%, ante o percentual mínimo de 13,05%.
O consórcio formado por Equinor, com 70%, e Galp, com 30%, levou uma área ao oferecer 15,52% de excedente em óleo. O mínimo previsto era de 2,61%.
Seis áreas não receberam ofertas no leilão.







