Domingo, 6 de setembro de 2026
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Irã ameaça intensificar retaliações após ataques dos Estados Unidos

Mohammad Bagher Ghalibaf afirmou que Teerã responderá de forma mais rápida, intensa e dolorosa a novas agressões americanas.

Irã ameaça intensificar retaliações após ataques dos Estados Unidos

O principal negociador do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, ameaçou ampliar a intensidade dos ataques contra os Estados Unidos após novas ofensivas entre os dois países. A declaração foi divulgada no domingo (6), poucas horas depois de a Guarda Revolucionária iraniana informar que havia atacado uma embarcação não tripulada americana no Estreito de Ormuz.

Em comunicado divulgado pela mídia estatal, Ghalibaf afirmou que a era das respostas proporcionais terminou. Ele disse que qualquer agressão contra os interesses e a segurança do Irã será respondida de forma “mais rápida, intensa e dolorosa”.

Os confrontos foram retomados em 30 de agosto, após uma trégua de um mês. Na ocasião, as Forças Armadas dos Estados Unidos bombardearam instalações iranianas na região do Estreito de Ormuz.

Ataques no Estreito de Ormuz

A Guarda Revolucionária também havia anunciado ataques contra três petroleiros que, segundo a corporação, faziam passagens não autorizadas pelo estreito. O grupo mencionou ainda três embarcações americanas em outras áreas e advertiu contra a navegação por rotas não aprovadas por Teerã.

No sábado (5), o Comando Central dos EUA declarou ter atacado três petroleiros iranianos. Uma das embarcações estava perto da Ilha de Kharg, onde fica o principal terminal petrolífero do Irã no Golfo Pérsico. Outra navegava ao sul, próxima do Estreito de Ormuz e da cidade de Jask. A terceira estava no Golfo de Omã.

Correspondentes da televisão estatal iraniana informaram que os ataques americanos não deixaram vítimas e que os tripulantes foram levados para terra firme.

A declaração de Ghalibaf ocorreu após Washington anunciar novas sanções econômicas contra Teerã. Hossein Mohebi, porta-voz da Guarda Revolucionária, afirmou que a República Islâmica pretende impor custos econômicos aos Estados Unidos por meio do conflito. “Se os Estados Unidos causarem um dólar de prejuízo econômico ao Irã, causarão dezenas de dólares de prejuízo a si mesmos”, disse.

Os preços da energia subiram desde o início da guerra. O presidente americano, Donald Trump, prometeu manter sua campanha de “estrangulamento econômico” contra o Irã.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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