Domingo, 6 de setembro de 2026
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Von der Leyen visita a Groenlândia e anuncia apoio europeu à ilha

Presidente da Comissão Europeia deve assinar declaração com o território e reforçar investimentos para a segurança no Ártico.

Von der Leyen visita a Groenlândia e anuncia apoio europeu à ilha

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, visita a Groenlândia no domingo e na segunda-feira, em meio às declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que o país deveria assumir o controle da ilha. Durante a viagem, ela deve assinar uma declaração conjunta entre a União Europeia e o território autônomo dinamarquês.

Em Davos, von der Leyen afirmou que o bloco prepara um aumento dos investimentos na Groenlândia para reforçar a segurança no Ártico. A Comissão Europeia propôs destinar 530 milhões de euros à ilha no orçamento para 2028–2034, justificando o valor pela importância geoestratégica crescente do território na região.

Em janeiro, von der Leyen e o presidente do Conselho Europeu, António Costa, declararam apoio à integridade territorial e à soberania da Groenlândia. Os dois também manifestaram solidariedade à Dinamarca e à população groenlandesa.

Pressão dos Estados Unidos

Desde que voltou à Casa Branca, em janeiro do ano passado, Trump afirma que os Estados Unidos precisam controlar a Groenlândia por motivos de segurança nacional. Ele diz que, sem essa medida, a ilha poderia ser tomada pela China ou pela Rússia.

Em maio, o enviado especial de Trump para a Groenlândia, Jeff Landry, afirmou que os Estados Unidos deveriam recuperar sua presença no território. Landry, que também é governador da Luisiana, fez a declaração durante sua primeira viagem à ilha desde a nomeação para o cargo, em dezembro de 2025.

Em janeiro, líderes de cinco partidos do Parlamento da Groenlândia divulgaram uma posição conjunta contrária à incorporação pelos Estados Unidos ou pela Dinamarca. A mensagem foi: “Não queremos ser americanos, não queremos ser dinamarqueses; queremos ser groenlandeses”.

Durante a Guerra Fria, os Estados Unidos chegaram a manter 17 instalações militares e mais de 10 000 soldados na ilha. Atualmente, o país opera uma base, a Base Espacial de Pituffik. Segundo a Força Espacial dos Estados Unidos, ela é usada para alerta de mísseis, defesa antimíssil e vigilância espacial.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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