São José dos Campos, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Afofar cobertores pode ser sinal de segurança para gatos

O movimento aprendido durante a amamentação também pode ajudar o gato a marcar território e relaxar os músculos.

Afofar cobertores pode ser sinal de segurança para gatos
Foto: Senguliv/Pexels

O movimento que leva gatos a pressionar alternadamente cobertores, almofadas e pessoas pode ter mais de uma função. Além de estar associado à sensação de proteção, o chamado “amassar pãozinho” talvez ajude o animal a deixar seu cheiro em diferentes lugares e a relaxar os músculos das patas.

Os gatos têm glândulas de odor nas almofadas das patas. Ao afofar uma superfície, podem depositar nela seu cheiro, o que levanta a possibilidade de o comportamento também servir para marcar território. Alguns especialistas ainda consideram que o gesto ajuda a alongar os músculos e a aliviar a tensão nos membros.

A origem mais conhecida do hábito está na fase de amamentação. Os filhotes repetem o movimento contra o corpo da mãe para estimular a saída do leite e facilitar a sucção. Nas três primeiras semanas de vida, a gata costuma chamá-los para mamar. Depois, eles passam a procurá-la sozinhos e podem tentar mamar quando ela ainda não está totalmente preparada. Nesse contexto, o afofamento contribui para estimular a circulação do leite.

Como mamar é uma experiência prazerosa, o gato pode associar o gesto ao conforto e à segurança mesmo depois do desmame. Por isso, animais adultos podem repetir o comportamento em objetos ou em pessoas quando estão tranquilos.

Kristyn Vitale, especialista em comportamento animal aplicado da Unity Environmental University, afirma que alguns comportamentos juvenis antes dirigidos à mãe podem passar a ser direcionados ao tutor: “É possível que alguns desses comportamentos juvenis que observamos e que antes eram direcionados à mãe agora sejam direcionados ao tutor”.

Quando o gato faz isso em uma pessoa ou em itens da casa, o comportamento pode indicar confiança e a sensação de estar sendo cuidado. Ainda assim, o animal pode arranhar com as unhas ou babar na roupa.

Texto produzido pela Redação Fato Aberto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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