BCE eleva juros para conter efeitos persistentes da energia cara
Banco Central Europeu aumentou três taxas em 0,25%, enquanto economistas avaliam novos apertos e riscos para o crescimento.
Banco Central Europeu aumentou três taxas em 0,25%, enquanto economistas avaliam novos apertos e riscos para o crescimento.
Dados do IBGE mostram queda do desemprego, enquanto despesas essenciais e perda salarial dificultam a reorganização financeira.
Metais preciosos perderam valor após a divulgação do PPI de agosto, que elevou as expectativas sobre a política do Federal Reserve.
Presidente do BCE afirmou que a inflação deve voltar à meta somente no final de 2027 e evitou indicar os próximos passos dos juros.
Banco central elevou os juros em 25 pontos-base e revisou para cima a previsão de crescimento da economia neste ano.
Taxas dos contratos de DI avançaram nesta manhã, enquanto o Brent atingiu US$ 105,56 durante o conflito no Oriente Médio.
Banco Central Europeu projeta avanço do PIB de 0,9% em 2026 e inflação geral de 3,0% no mesmo ano.
Índice de preços da cidade de São Paulo acelerou após registrar variação de 0,01% em agosto, informa a Fipe.
Índice passou de -0,37% para 0,51% na primeira quadrissemana de setembro, informou a Fundação Getulio Vargas.
Banco Central Europeu deve elevar a taxa de depósito para 2,5%, mesmo com pressão inflacionária concentrada na energia.
Índice medido pela FGV subiu 0,06% em agosto, enquanto preços da construção avançaram 0,66%.
Índice acumulou avanço de 3,78% em 12 meses após queda de 0,37% no encerramento de agosto.
Estimativa para o IPCA caiu para 5%, enquanto mercado elevou previsão para 2027 e manteve projeções para os anos seguintes.