Novo cálculo do Bolsa Família começa a valer na folha de outubro
Correção de 15,04% eleva o piso familiar para R$ 691 e o benefício médio estimado para R$ 777; aplicação será automática.
Correção de 15,04% eleva o piso familiar para R$ 691 e o benefício médio estimado para R$ 777; aplicação será automática.
Valor mínimo do benefício passará de cerca de R$ 600 para R$ 691, enquanto a média subirá para R$ 777.
Órgão diz que reajuste de 15% recompõe perdas inflacionárias e não amplia o público atendido pelo programa.
Decisão foi tomada por seis votos a três, enquanto a inflação subiu para 3,1% sob pressão dos custos de energia.
Decisão unânime levou as taxas americanas para a faixa de 3,75% a 4%, enquanto o mercado prevê outro aumento em outubro.
Presidente disse que pretende reduzir a inflação, ampliar empregos e redistribuir renda em um eventual quarto mandato.
Copom reduziu a taxa brasileira, enquanto o Fed elevou os juros; decisões refletem cenários distintos de inflação e atividade.
Comitê mantém assimetria altista no balanço de riscos e reduz a Selic para 13,75% ao ano.
Mercados veem alta como provável, enquanto Kevin Warsh enfrenta pressão de Donald Trump e precisa preservar a credibilidade do banco central.
Projeções do banco central americano também indicam revisões no crescimento e na inflação dos Estados Unidos.
Reserva Federal aumenta a taxa de referência pela primeira vez desde julho de 2023, com apoio dos 12 votantes do comitê.
Decisão unânime interrompe período sem altas desde julho de 2023 e ocorre com inflação ainda acima da meta de 2%.
Em podcast, presidente reconheceu que os preços pesam sobre os salários e mencionou inflação, renda, desemprego e reajustes do mínimo.
Presidente afirmou que a autonomia do Banco Central não solucionou os problemas econômicos do país e defendeu mudanças na atuação presidencial.
Mercado prevê Selic em 13,75% ao ano após reunião de dois dias do Copom, que começa nesta terça-feira (15).
Rendimento dos títulos americanos atingiu 5,011%, maior nível desde outubro de 2023, antes de recuar para abaixo de 5%.
Desconto na energia e recuo dos alimentos explicam a deflação de agosto, enquanto economistas apontam riscos para os próximos meses.
Desconto nas contas de luz foi o principal fator para a deflação, que ficou abaixo das projeções e reduziu o índice em 12 meses para 4,22%.
O índice oficial de inflação caiu 0,32% no mês, com energia, passagens e alimentos entre as principais quedas, informou o IBGE.
IPCA de agosto caiu 0,32%, enquanto o acumulado em 12 meses ficou abaixo das projeções dos analistas.