Sintaema questiona conexões financeiras nas privatizações da Sabesp e da EMAE
Entidade pede transparência e investigação sobre operações envolvendo empresas de água e energia de São Paulo.
Entidade pede transparência e investigação sobre operações envolvendo empresas de água e energia de São Paulo.
Negociações políticas envolveram a privatização da Sabesp, a Câmara de São Paulo e a formação da chapa de Ricardo Nunes em 2024.
Entrevista expôs metas não alcançadas, déficits na segurança, superlotação prisional e obras previstas para depois de 2030.
Relatos sobre água, trens e pedágios foram apresentados durante conversa com o candidato Fernando Haddad ao governo paulista.
Candidato ao governo paulista também citou a possibilidade de reestatizar a Sabesp se a empresa descumprir o contrato revisado.
Procedimento analisa operações envolvendo Sabesp, Emae e grupos ligados ao Banco Master; promotora terá 45 dias para avaliar os dados.
Doações, fundos, operações financeiras e possíveis conflitos de interesse são citados em pedidos de investigação ainda em análise.
Ações foram vendidas por R$ 67, enquanto o papel passou a valer R$ 87 na B3; estudo estima perda potencial de cerca de R$ 8 bilhões.
Juíza afirmou que a divergência sobre a cobrança deve ser respondida no debate eleitoral, e não por censura à propaganda.
Promotoria pediu informações ao governo paulista, à Sabesp, à Emae e ao TCE antes de decidir sobre um inquérito civil.
Representação cita estruturas financeiras, participação societária e possível favorecimento da Equatorial Energia nas operações em São Paulo.