Correios terão reajuste de 4,09% e dias de greve poderão ser compensados
Decisão do TST também altera a gestão do plano de saúde e determina o fim da paralisação a partir de sexta-feira.
Decisão do TST também altera a gestão do plano de saúde e determina o fim da paralisação a partir de sexta-feira.
Tribunal autorizou a compensação dos dias parados, sem desconto, e determinou a volta ao trabalho a partir desta sexta-feira (25).
Relatório do governo passou a estimar resultado positivo, enquanto o Banco Central registrou déficit acumulado no ano até julho.
Seção de Dissídios Coletivos reconheceu a paralisação como não abusiva e autorizou a compensação dos dias parados.
Empresa afirma ao TST que a greve afeta indicadores operacionais e pede que a paralisação seja considerada abusiva.
Corte suspendeu o julgamento por 48 horas para que federações dos trabalhadores analisem documentos apresentados pela estatal.
Sessão foi remarcada para a próxima quinta-feira (24), enquanto a paralisação iniciada no dia 10 deve continuar.
Tribunal avaliará a legalidade da paralisação e as reivindicações da categoria, que tem o plano de saúde como principal impasse.
Greve dos funcionários ultrapassou uma semana; julgamento discutirá plano de saúde, reajuste e reivindicações trabalhistas.
Dissídio coletivo será analisado às 13h30; plano de saúde e gratificações estão entre os principais pontos de impasse.
Decisão do presidente do tribunal atende a pedido da estatal, que considera a paralisação abusiva e afirma haver risco ao funcionamento dos serviços.
Decisão do presidente do tribunal atende a pedido da estatal, que considera a paralisação abusiva e cita possíveis impactos nas eleições de 2026.
Decisão vale para unidades operacionais e áreas de suporte; dissídio coletivo será julgado em 21 de setembro.
Estatal pediu que o tribunal declare a paralisação abusiva e determine a continuidade dos serviços com urgência.
Estatal afirma que mantém a rede de atendimento aberta e mobiliza equipes para preservar o fluxo logístico durante a greve.
Paralisação por tempo indeterminado foi iniciada após negociações salariais terminarem sem acordo entre a estatal e a Findect.
Operação com quatro bancos depende de garantia do Tesouro Nacional; estatal acumulou prejuízo de R$ 5,5 bilhões no primeiro semestre.
Empresa negocia financiamento de R$ 7 bilhões com bancos privados, condicionado à garantia do Tesouro Nacional.
Operação com quatro bancos privados terá custo de 114,26% do CDI e prazo de 15 anos, com três anos de carência.