STF pode analisar investigação sobre Moraes com sete ministros
Impedimentos de Nunes Marques e Toffoli reduzem o plenário, enquanto a participação de Mendonça ainda é incerta.
Impedimentos de Nunes Marques e Toffoli reduzem o plenário, enquanto a participação de Mendonça ainda é incerta.
Dino pediu que acusações contra Moraes sejam analisadas na próxima semana junto de investigação contra Mendonça.
Presidente do STF votou para manter processos distintos e assumir a relatoria dos casos analisados pela Corte.
Sessão discute se deve ser aberta investigação sobre a relação de Moraes com Daniel Vorcaro, ex-banqueiro do Master.
Discussões ocorreram durante julgamento sobre relatório da Polícia Federal que citou mensagens entre Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes.
Ministro entregou defesa a Edson Fachin e negou a existência de um segundo contrato, de R$ 50 milhões, com o banco.
Ministros divergiram sobre a reunião de processos ligados à atuação de Moraes e Mendonça em investigações envolvendo o Banco Master.
Ministro levou questão de ordem a Gilmar Mendes, enquanto Fachin afirmou que recebeu os autos encaminhados por André Mendonça.
Ministro afirmou a Fachin que medidas na investigação foram tomadas sob supervisão judicial e para restringir a circulação de informações.
Ministros do STF alegaram impedimento ou suspeição para analisar supostas conversas entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro.
Ministro do STF declarou suspeição antes da análise sobre a abertura de investigação envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro.
Ministro afirmou que o caso pode produzir efeitos no cenário político e eleitoral de 2026 e declarou impedimento durante a sessão.
Presidente do Supremo afirmou que a Corte deve analisar fatos e questões jurídicas, sem antecipar o mérito do processo.
Na defesa, ministro afirma que relatórios de inteligência da Polícia Federal podem orientar a obtenção de provas, embora não tenham valor probatório.
Gilmar Mendes afirmou que a complexidade do caso deve impedir que o julgamento sobre a investigação termine nesta terça-feira, 15.
Ministro do STF afirma que diligências não tiveram Moraes como alvo e foram adotadas para preservar o sigilo da investigação.
Ministro chegou ao STF em 2017 e acumulou atuação no TSE, no inquérito das fake news e no caso da tentativa de golpe.
Ministros analisam relatório da Polícia Federal e divergem sobre provas, rito e participação de integrantes da Corte no julgamento.
Em manifestação a Fachin, ministro afirma que não julgou processos do Banco Master ou de Daniel Vorcaro e contesta relatório de Mendonça.
Candidato afirmou que o Supremo tem obrigação de autorizar a investigação do ministro e defendeu retirar sigilos de outros inquéritos.