MPF apresenta decisões do TRF1 sobre direitos indígenas em Aracaju
Caderno reúne jurisprudência sobre território, consulta prévia, direitos sociais e combate à discriminação contra povos indígenas.
Caderno reúne jurisprudência sobre território, consulta prévia, direitos sociais e combate à discriminação contra povos indígenas.
Evento em Aracaju reúne integrantes do MPF, pesquisadores e representantes da sociedade civil para formular propostas sobre proteção territorial.
Tribunal também manteve medidas para reformular protocolos da Polícia Federal em operações realizadas em territórios Munduruku.
Durante quatro dias, equipe do órgão dialogou com lideranças e moradores e apresentou informações sobre processos e procedimentos em andamento.
Visitas às Tekoas Itakupe e Yvy Porã reuniram lideranças e instituições para avaliar abastecimento, saneamento e energia.
Recursos serão usados para comprar alimentos da agricultura familiar e atender comunidades indígenas com itens essenciais.
Sentença determina recuperação de 145,81 hectares na Terra Indígena Marãiwatsédé e prevê indenização por dano moral coletivo.
A instalação foi articulada pelo MPF com a Celesc, a Funai e a Defensoria Pública de Santa Catarina.
Denúncia do MPF aponta extração de ouro e cassiterita, devastação de 108,32 hectares e danos a rios na Terra Indígena Tenharim Marmelos.
Órgão afirma que a medição deve incluir áreas aquáticas de empreendimento portuário previsto em Paranaguá.
Recomendação orienta mudanças no TFD e prevê apresentação posterior de documentos ou do Cartão Nacional de Saúde.
Produções abordam culturas indígenas, escravidão, folclore, literatura e conflitos ambientais em experiências de aventura e exploração.
Órgão afirma que povos indígenas e comunidades tradicionais afetados não foram consultados conforme a Convenção 169 da OIT.