TST encerra greve na Caixa e determina compensação dos dias parados
Decisão considerou a paralisação legítima, determinou retorno imediato e manteve regras do acordo coletivo anterior para o plano de saúde.
Decisão considerou a paralisação legítima, determinou retorno imediato e manteve regras do acordo coletivo anterior para o plano de saúde.
Tribunal fixou reajuste de 100% do INPC mais 0,6% e determinou o retorno dos empregados às atividades nesta terça-feira (29).
Manifestantes fizeram ato na avenida Paulista antes de julgamento do TST sobre greve nacional iniciada em 10 de setembro.
Voto do relator considerou a greve não abusiva, determinou reajuste de 4,6% e parcelou os descontos em três vezes.
Decisão considera a paralisação legal, determina retorno até quarta-feira (30) e fixa reajuste de 4,6% para salários e plano de saúde.
Decisão do TST determina manutenção de 60% do efetivo; julgamento do dissídio coletivo está marcado para terça-feira (29).
Decisão mantém 60% dos trabalhadores em serviço e preserva acordo coletivo até o julgamento do dissídio pelo tribunal.
Contraf e Contec querem retomar as negociações antes do julgamento; plano de saúde é um dos principais pontos de impasse.
Liminar mantém parte dos trabalhadores em atividade e preserva o acordo coletivo até a decisão definitiva sobre o dissídio.
Decisão liminar exige atividade mínima de 60% dos empregados por agência e prevê multa diária de R$ 100 mil.
Decisão do TST também altera a gestão do plano de saúde e determina o fim da paralisação a partir de sexta-feira.
Tribunal autorizou a compensação dos dias parados, sem desconto, e determinou a volta ao trabalho a partir desta sexta-feira (25).
Tribunal analisará o dissídio coletivo após tentativa de acordo mediada pelo Ministério Público do Trabalho terminar sem consenso.
Seção de Dissídios Coletivos reconheceu a paralisação como não abusiva e autorizou a compensação dos dias parados.
Banco informou que pedirá dissídio coletivo; trabalhadores rejeitaram propostas e mantêm paralisação por tempo indeterminado.
Empresa afirma ao TST que a greve afeta indicadores operacionais e pede que a paralisação seja considerada abusiva.
Corte suspendeu o julgamento por 48 horas para que federações dos trabalhadores analisem documentos apresentados pela estatal.
Sessão foi remarcada para a próxima quinta-feira (24), enquanto a paralisação iniciada no dia 10 deve continuar.
Tribunal avaliará a legalidade da paralisação e as reivindicações da categoria, que tem o plano de saúde como principal impasse.
Greve dos funcionários ultrapassou uma semana; julgamento discutirá plano de saúde, reajuste e reivindicações trabalhistas.